Neste mês as antenas do mundo estarão voltadas para New York (EUA), para a Assembleia-Geral da ONU – Organização das Nações Unidas que discutirá questões globais. Bastidores por onde circulam delegados, cientistas, pesquisadores e lideranças mundiais interessadas em encaminhar propostas para possível resolução de problemas. O Brasil é o país que abre os trabalhos, uma tradição respeitada desde Oswaldo Aranha (1894-1960), quando da constituição do organismo intergovernamental, por já estar com o discurso pronto.

O projeto final do edifício foi do arquiteto Oscar Niemayer auxiliado por Le Corbusier, seu professor de Arquitetura, na Franca. Lá estão expostos murais imensos do brasileiro Cândido Portinari; No salão principal Pelé foi homenageado como Cidadão do Mundo, recebendo seus amigos do Cosmos e Henry Kissinger, premier americano no único dia que foi feriado na UNU, visto que todos os delegados, embaixadores e funcionários ali creditados queriam abraçar o homem que parou duas guerras envergando apenas sua arte. Portas por onde transitou Sergio Vieira de Mello, diplomata que tem nome em edifícios, escolas e avenidas em 15 países pacificados, morto no Iraque.

O prédio está localizado no setor leste de Manhattan e alocam a Assembleia Geral, Conselho de Segurança, Economia e Social, Secretariado, Tribunal Internacional de Justiça e Direitos Humanos. As 15 agências especialidades funcional fora de New York. As línguas oficiais do organismo internacional são seis: Chinês (Mandarim), Espanhol, Inglês, Francês, Russo e Árabe. É provável que a Língua Portuguesa entre na lista como a sexta mais falada.

Ela já é a terceira na UE e a FIFA – FédérationInternationale de Football Association já a coloca como 5ª nos álbuns de figurinhas da entidade máxima de futebol. A tendência é a escolha do português brasileiro, portanto, dentro de pouco tempo a língua mais musical do mundo será utilizada nas traduções juramentadas de documentos oficiais da ONU. E no dia 24 deste mês terá início a abertura da 74ª Assembleia-Geral da ONU e o presidente do Brasil já enfrenta resistência de muitas entidades inclusive da DefendDemocracy in BrazilCommitee que ensaia um boicote por causa do discurso racista, antiambientalista e nagacionista do governo de direita.

Que não maltrate a Língua Portuguesa com um ‘discurso de botequim’, mas que assuma a rudeza dos atos com a qual foi concebido grosseiramente, pois o curriculum que construiu faz inveja aos maiores ditadores do mundo como Robert Mugabe, protegendo a si, a esposa e seus filhos e agregados de investigações sobre corrupção e milícia. Somos uma nação livre e exigimos uma representação à altura, mas sem beligerância contra países-membros e irmãos para que o caminho do Conselho de Segurança esteja aberto para o país liderar uma nova missão.

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J.R Lopes
É jornalista. Natural de Itacoatiara (AM).

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