Relembro aqui algumas experiências da vida pregressa do saudoso bispo católico que conheceu e amou como ninguém os fiéis da sua Igreja, centrada na Prelazia de Itacoatiara. São oito ‘causos’ identificadores da simplicidade e da coragem do grande paladino da fé e da esperança.

Jorge Eduardo Marskell nasceu em Hamilton, província de Ontário, no Canadá, aos 8 de novembro de 1935, e ordenou-se padre na mesma cidade em 21 de agosto de 1960. Junto com outros companheiros da Sociedade Missionária de Scarboro (SFM), sob a liderança do padre Francisco Paulo Mc-Hugh, veio para Itacoatiara em julho de 1962, a fim de trabalhar na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, a qual, três anos depois, sediaria a Prelazia de Itacoatiara. Sua atuação missionária nesta parte da Amazônia, duraria exatos 36 anos (1).

1 . “Vou meio rana, Chico!”

Os anos de 1960 – a despeito da implantação no Brasil do golpe militar de 1964, que agrediu os direitos humanos e trouxe perdas às liberdades democráticas – foram particularmente generosos para o Município de Itacoatiara. Uma nova era abriu-se para o catolicismo mundial com o Concílio Vaticano II (1962-1965), resultando na identificação da Igreja com o Povo de Deus. Por orientação da Santa Sé, em 31 de julho de 1963 o arcebispo de Manaus, dom João de Souza Lima, nomeia para exercer o ministério católico da Paróquia de Itacoatiara o vigário Francisco Paulo Mc-Hugh e seus cooperadores, padres Douglas Mackinnon, Vicente Daniel, Miguel O’Kane e Jorge Eduardo Marskell, missionários da Missão Canadense de Scarboro. Posteriormente, a estes viriam se juntar outros padres da mesma Congregação.

A 24 de agosto de 1963, dom João é designado administrador apostólico da Prelazia – criada pela bula papal de 13 de julho de 1963 e instalada em 19 de março daquele ano. A 30 de agosto de 1965 assume o comando da Prelazia o vigário Francisco Paulo Mc-Hugh que, em seguida, é elevado à dignidade de bispo-prelado, cuja sagração ocorre em 3 de outubro de 1967. Padre Jorge Marskell viria a ocupar a administração apostólica em 2 de março de 1975 e, em 30 de julho de 1978, a chefia episcopal – função que exerceu até seu falecimento em 2 de julho de 1998.

Padre Jorge tinha 26 anos quando chegou em Itacoatiara. Ele e seus companheiros estiveram cerca de três meses em Brasília, ‘aprendendo’ a língua portuguesa. Por óbvio, ainda levaria anos para pronunciar corretamente alguns termos da nossa língua (confundia átimo com ótimo. O próprio nome da cidade dizia às avessas: Idicoatiara.). Como gostasse de estar junto a crianças e adolescentes, fez um pacto com alguns garotos (eu era um deles; tinha 16 anos): Jorge ‘aprenderia’ português conosco e nos ensinaria inglês. Essa parceria deu bons frutos, resultou maravilhosa.

Interessado em extrair novidades das conversas que entabulava, Jorge tudo anotava em uma caderneta de bolso. Certa feita, ao retornar de uma viagem à cidade de Urucará, procurou-me interessado em saber o significado de uma frase que ouvira ao cumprimentar uma agricultora do lugar.

– Como vai a senhora?
– Meio rana, padre! 

Expliquei-lhe que rana é um sufixo da língua tupi, tem o objetivo de negar originalidade; traduz-se para ilegítimo, aproximativo, quase igual. Dei exemplos: cedrorana e cacaurana (cedro e cacau ilegítimos); irmãorana (meio irmão ou pseudo irmão), filhorana (bastardo, ou filho nascido fora do casamento).

– Como pode, Chico? A língua portuguesa não é de origem latina?

Repliquei informando-lhe que o “caráter integrativo” do idioma falado no Brasil permite assimilar termos de quaisquer outras línguas e (como naquele caso específico), até termos do glossário indígena.

Mostrei ao amigo Jorge que a língua portuguesa não era somente a que constava dos livros, a que se ensinava nas escolas, a utilizada entre pessoas da elite pensante. Havia uma variante dita “popular”: a linguagem dos incultos, dos pobres, daqueles que não frequentam escola… Por exemplo – completei – no interior, ao cumprimentarmos alguém (Como vai o senhor – ou a senhora?), invariavelmente recebemos em resposta: Eu vou bem, obrigado! Ou Eu vou mais ou menos! Dificilmente recebemos em resposta: Eu vou mal! Ou Eu estou péssimo! Mas é comum o amazonense da gema responder: Eu vou meio rana – significando: Vou mais ou menos bem!

Padre Jorge assimilou minhas explicações, anotou-as em sua caderneta. Anos depois, num de meus eventuais retornos à Itacoatiara – eu já estudava em Manaus – fui visitá-lo na Casa Paroquial. O começo de conversa foi assim:

– Padre Jorge: como vai o senhor?
– Vou meio rana, Chico!

2 . Para evitar a maledicência

Idos de 1963, O jeito simples de agir e falar do povo, logo chamou a atenção do padre Jorge e o marcou fundamente. Naqueles primeiros tempos (mais do que hoje), a solidariedade entre vizinhos se revelava fortíssima em casos de doença, serviço de parto ou desgraça na família. Em tais situações, alguém logo se apresentava para trazer a medicação caseira cabível ao caso concreto, ou se oferecia para levar o benzedor, a parteira ou o padre. Em contraposição a tais gestos cristãos, humanitários, grande parcela da população de Itacoatiara tendia para uma extremada e hipócrita defesa do pudor. O tempo era propício à proliferação do fuxico e à disseminação de boatos; uma época em que os padres eram proibidos de sair à noite. Era escândalo certo se fossem vistos andando pelas redondezas do “Cassino do Califórnia”, um antro licencioso da rua Benjamin Constant, ao lado do velho estádio de futebol e na entrada do bairro de Pedreiras.

A população mais pacata, que se acostumara a ir com frequência à Igreja, odiava aquele lugar. Era um prédio antigo de taipa, coberto de alumínio, onde dominava um enorme salão de festas rodeado de várias casas de mulheres prostituídas. Estas, embora discretas e sem debochar de ninguém, eram fortemente discriminadas e seus amantes policiados. Recebiam seus “clientes” geralmente à noite e sem alardes. Segundo comentários, o comércio e o uso da maconha ali corriam à solta.

Entre as funções especiais da Igreja, à época, destacavam-se: visitas aos idosos e doentes e atendimentos aos moribundos para se lhes ministrar extrema-unção. Eram inúmeras demandas e, nesses casos, padre Jorge era aprimorado. Logo aprendeu a andar de bicicleta (meio de transporte dos religiosos canadenses em seus primeiros anos de Itacoatiara). Mas, quando os chamados vinham do bairro de Pedreiras, à tardinha ou à boca da noite, padre Jorge se enchia de preocupação. Temendo ser caluniado, pedia a alguém de confiança para acompanhá-lo. Solicitado, algumas vezes, segui-o montado em minha bicicleta.

Na primeira vez, o convite foi mais ou menos assim:

– Você pode me acompanhar até à rua do Matadouro? O velho Carão está passando mal, precisa ser recomendado a Jesus. Já é quase noite. Se eu for sozinho, vão inventar que estive visitando o “Cassino do Califórnia”.

E lá íamos ambos, cada qual em sua bicicleta. Minha missão: resguardá-lo das más línguas.

3 . Resposta pronta, corajosa

Agosto de 1968. Eram tempos de Ditadura Militar. A impulsos da intolerância então reinante, os participantes do I Encontro de Vereadores do Baixo e Médio Amazonas, sediado em Itacoatiara, aprovam “moção de suspeição” contra os missionários de Scarboro, Congregação católica à qual pertencia o padre/vigário Jorge Marskell. Além da ‘moção’ em tom áspero, discursos ameaçadores contra a Igreja ribombaram na Câmara Municipal ganhando ampla divulgação através da imprensa de Manaus.

Padre Jorge não se intimidou. Em carta dirigida aos vereadores afirmou:

“Padres e freiras do Canadá estão em Itacoatiara para ajudar seus irmãos necessitados e a serviço do povo de Deus […] seguem as orientações de Cristo: salvar e não condenar, servir e não ser servido”.

4 . Desobedeceu à orientação papal

Os primeiros anos de convivência com os padres canadenses me propiciaram conhecer e discutir sobretudo com o jovem padre Jorge as revolucionárias encíclicas dos papas João XXIII e Paulo VI. O primeiro, ofereceu ao mundo a Encíclica Pacem in terris pregando a “paz de todos os povos na base da verdade, justiça, caridade e liberdade” – um documento dotado não só de notável propriedade na compreensão da realidade humana, mas também se apresentava com uma tonalidade simultaneamente doce e rigorosa, exigente e apelativa. Como indicado em seu próprio título, tratava primordialmente do tema direitos humanos. Entre as encíclicas lançadas por Paulo VI, destacamos a Populorum progressio e a Humanae vitae. A primeira, dedicada à cooperação entre os povos e ao problema dos países em desenvolvimento, criticava “tanto o liberalismo sem freio, como a coletivização e a planificação arbitrárias”, que privavam os homens da liberdade e dos direitos fundamentais; e a segunda, sobre a regulação da natalidade, descrevia a postura da Igreja em relação ao aborto e especificamente à proibição da contracepção exclusivamente por meios artificiais.

Além do aprendizado pessoal resultante da análise e discussão desses três documentos pontifícios, tive em mim reforçada a impressão de que Jorge Marskell não era (jamais seria) um sacerdote carreirista, um carola ou extremado papista, disposto a cumprir as ordens de cima, um ausente das questões sociais, alheio aos sofrimentos de seus fiéis – pobres fiéis! Reporto-me aqui ao seguinte fato:

Ainda em meados de 1960. Uma respeitável profissional médica trabalhando na unidade sanitária do antigo SESP, em seu gabinete atendeu a uma senhora acometida de tuberculose. A paciente, mulher solteira, estava muito debilitada, e havia pouco dera à luz um menino.  Em face de levar uma vida desregrada, a qualquer tempo poderia engravidar e, se assim fosse, dali sairia o terceiro ou quarto filho (como os anteriores, de pais diferentes, frutos de relações promíscuas). Seria mais um a integrar o extenso rol das crianças sem futuro, abandonadas. Portanto, engravidar naquelas condições não era aconselhável. Além dos conselhos de praxe, a médica receitou anticoncepcionais à paciente.

Padre Jorge era costumeiramente visitado por pessoas de menor posse, os chamados excluídos da população, visitas que retribuía com aconselhamentos e doação de alguma ajuda material.  E assim agiu em relação à personagem do fato ora apontado: pediu-lhe paciência quando nos momentos de dificuldades e coragem nos de tentação. E o mais surpreendente: solicitou à uma determinada farmácia da cidade para que lhe aviasse a receita do contraceptivo.

Para Jorge Marskell, vidas humanas valiam mais do que seguir o “plano de Deus”. A despeito de contrariar as recomendações da Humanae vitae, mais importante era socorrer uma mulher que vivia em pobreza abjeta. Pareceria inexplicável um padre do interior amazonense ‘desobedecer’ à orientação papal, ‘quebrar’ uma proibição de natureza ritual e religiosa que se prolongaria pelos tempos. A Humanae vitae mandava rejeitar o uso de qualquer método contraceptivo. Padre Jorge, quem sabe, talvez agisse por impulso do momento, movido pela emoção. Conscientemente, ou não, apoiava-se num princípio antigo da doutrina cristã, que os teólogos costumam chamar de gradualismo ou lei da gradualidade. Esse princípio é um reconhecimento do fato de que dilemas morais, muitas vezes, não são uma questão de tudo ou nada, mas também podem envolver a escolha do menor dos males.

5 . “Aqui não tem peixe nem farinha…”

Obviamente que, desde sua chegada a Itacoatiara, Jorge Marskell enfrentou dificuldades de adaptação ao clima, ao idioma, aos hábitos e à alimentação locais. Mas, superando-as, em pouco tempo já estava plenamente adotado, aprendendo a dormir em rede e a comer peixe com farinha. Efetivamente, ele “era um dos nossos”.

Porém, em setembro de 1968, padre Jorge é designado para compor o Conselho da Missão de Scarboro, no Canadá. Consequentemente, deixa Itacoatiara para onde retornaria quase seis anos depois. Recebi várias cartas suas e, através delas, descobri quão grande era o amor que ele votava à nossa cidade e a seus habitantes que os considerava como irmãos. Numa delas pediu-me que que escrevesse sobre a Prelazia – e eu o atenderia lançando em 1999 “A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Itacoatiara”.

Nas entrelinhas demonstrava – pelo menos nos primeiros meses de sua estada no País em que nasceu – um certo desconforto; estranhava o clima, o tipo de alimentação. De uma de suas cartas colhi a seguinte frase:

“Meu amigo Chico… Está muito frio no Canadá… Tenho saudade do povo daí… Dos meus amigos, da minha rede de dormir… Aqui não tem peixe nem farinha…”.

Recebido com festas, ao retornar em agosto de 1974, Jorge era só sorrisos. E logo retomou o trabalho na Prelazia. Seu objetivo principal: firmar uma Igreja a favor dos pobres e oprimidos! A partir dalí e em articulação com seus companheiros de Scarboro, os padres e leigos de São Paulo (Projeto Igrejas-Irmãs), daria ênfase às atividades pastorais de base.

6 . “Passe-me o ‘Desconfiado’ de Pirarucu”

Dezembro de 1975. Estando de passagem por Manaus (onde eu residia), o então vigário Jorge Marskell aceitou convite de minha esposa Maria de Fátima para almoçar em nossa casa, no Conjunto Kyssia, próximo do Estádio Vivaldo Lima. Pedimos-lhe, então, que abençoasse nosso segundo filho, Frank, que nascera dois meses antes (o primeiro, Fábio, contava 2 anos de idade). Como tantos outros que aconteceram, aquele foi um momento de enorme alegria e felicidade, pois eu e minha esposa sempre aprendíamos com Jorge: um homem encantador, generoso, símbolo de humildade.

Fátima, que ainda solteira estudou arte culinária, caprichou na preparação dos pratos, nos sucos naturais e nas sobremesas. Padre Jorge comeu bem; até repetiu o “Desfiado de Pirarucu” – conhecido prato da culinária amazonense.

Em 1980 já estávamos em nossa casa de Itacoatiara, na esquina da avenida 7 de Setembro com a rua 3 do Conjunto SHAM (a família acabara de ganhar uma menina, a Fabiane). Àquela altura, Jorge fora elevado a Bispo de Itacoatiara. Mas, a promoção eclesiástica não lhe roubou a humildade. Era sempre expansivo. Estava sempre de bom humor.

Nesse segundo almoço conosco (provavelmente em setembro), Jorge superou-se; comeu de tudo um pouco. Logo no início, ao deparar com os “quitutes da dona Fátima” colocados sobre a mesa, saiu-se com esta:

– Fátima, por favor, passe-me esse prato de Desconfiado!

Dom Jorge Marskell aludia ao “Desfiado de Pirarucu” que saboreara, à primeira vez, cinco anos antes em nossa casa de Manaus…

7 . “Homem de bem não morre!”

Fidelíssimo às deliberações de Medellin e Puebla, Jorge Marskell acompanhava a trajetória do novo episcopado latino-americano de constante preocupação social. Esteve permanentemente ao lado dos excluídos. Ativo defensor da Teologia da Libertação, jamais descurou de defender os direitos humanos. Cito aqui um exemplo.

Abril de 1994. Cansados dos enganos e atos de má-fé praticados pelos agentes públicos da cidade de São Sebastião do Uatumã, muitos populares e paroquianos se revoltam, depredam e incendiam os prédios da Prefeitura e da Câmara Municipal. Vários deles, presos e torturados, pedem ajuda à Prelazia. Dom Jorge dirigiu-se a Manaus com a intenção de contratar um advogado para defender os populares e liberá-los da Cadeia. Mas, voltou muito decepcionado: o profissional escolhido para cuidar do caso só viria mediante o pagamento de altos honorários, valores incompatíveis com as possibilidades orçamentárias da Prelazia.

À época, já aposentado da Promotoria de Justiça e reinscrito na OAB-AM, acompanhei dom Jorge a São Sebastião, dispensando-o do pagamento de quaisquer ônus relacionados à referida questão. Após três dias de intenso trabalho junto ao Fórum de Justiça da cidade, logramos finalmente liberar todos os acusados – quase cem pessoas, entre pais de família, mulheres e menores de idade. Pela vitória, dom Jorge rezou missa solene na Matriz local.

Na primeira noite em São Sebastião do Uatumã, cansados, eu e o nobre bispo, nos recolhemos ao Centro Paroquial: uma casa de madeira ainda em construção e sem janelas. De nossas redes de dormir, cedidas por comunitários locais, víamos os passantes livremente transitando pela rua, em frente; e, por eles, éramos facilmente divisados. Certamente ali estavam capangas de políticos contrários à causa que defendíamos. Ao comentário de que “poderíamos ser facilmente alvejados por adversários”, dom Jorge respondeu-me:

– Homem de bem não morre!

8 . Na volta de São Sebastião

A viagem de ida, no trecho Itacoatiara-Itapiranga, fizemos num Jeep dirigido pelo próprio bispo. De Itapiranga a São Sebastião seguimos na embarcação da Prelazia – idêntico meio de transporte utilizado em nosso retorno para Itacoatiara, quando nos revezávamos ao leme. Quando nos aproximamos da Ilha do Risco (pelas 11h30m daquele dia) dom Jorge Marskell diminuiu a força da embarcação e convidou-me para almoçar. Aconteceu então o inusitado.

Em silêncio, ele abriu uma lata de carne em conserva e, sem sequer aquecê-la, colocou metade em meu prato e a outra no seu, completando-os com uma porção de farinha d’água. Rezamos um Pai Nosso e uma Ave Maria e em seguida comemos. Após a ‘refeição’, dom Jorge apanhou do armário duas canecas tipo leite condensado, encheu-as de água retirada de um pote de barro, e bebemos. Feito isso, deu força à máquina e dali a pouco alcançamos Itacoatiara.

O gesto franciscano de dom Jorge Marskell não era novidade; era, sim, uma ação compatível com o voto de pobreza que ele jurou cumprir desde quando abraçou o sacerdócio. Eu o vi agindo assim desde o início, quando chegou a Itacoatiara. Jamais me surpreendeu o seu jeito simples de viver. Sua postura nunca foi artificial, mistificadora.  Um sacerdote que não costumava experimentar seus circunstantes e ouvintes, ao me servir a refeição frugal, quase impalatável, não me submetia a provas. Conhecia minhas origens. Ele sabia que podia contar comigo. Sempre contou.

________________________f
(1) Sobre a trajetória do bispo Jorge Eduardo Marskell aconselhamos a leitura das seguintes obras do autor: “Cronografia de Itacoatiara”, volume 2 (1998), “A Igreja de Nossa Senhora de Itacoatiara”, (1999) e “Cronologia Eclesiástica de Itacoatiara” (2018); os livros da escritora Sylvia Aranha Ribeiro: “Vida e morte no Amazonas” (1991), “Mano Jorge: biografia de dom Jorge Marskell” (2015) e “Cartas da Amazônia” (2018); e ainda vários artigos de minha autoria sobre o momentoso assunto na Seção de História do Blog www.franciscogomesdasilva.com.br.

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