Quando comecei a escrever este artigo jamais pensei que e fosse tomar as dimensões que alcançou, pois julgava que obteria poucas novidades sobre o assunto, após ter-me ocupado dele, na primeira edição do Amazonas na Época Imperial, de 1996, sem pensar que novidades ocorrem quando menos se espera. E a primeira delas foi essa aquarela de origem inglesa, de quase dois séculos, mostrando a cachoeira e o povoado de São Gabriel. 

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Figura 1 –  SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (1) CHARLES BENTLEY (1835/39)

AS FESTAS DOS DIAS SANTOS

O cientista inglês Alfred Wallace Russell, após passar dois meses, no Manaquiri, em 1849, na fazenda do português Antonio Brandão, subira lentamente o rio Negro, levantando dados para o seu livro Viagens pelos Rios Amazonas e Negro e para a sua teoria da Evolução das Espécies, muito semelhante à de Darwin (2).

A 31 de janeiro de 1851, estava acima das cachoeiras de São Gabriel, mas abaixo da serra de Cucui, em um lugar ocupado por um fortim estabelecido pelos luso-brasileiros ainda no século XVIII, para defender as tentativas de invasão do Negro, pelas tropas espanholas da Capitania da Venezuela, denominado de Marabitanas.

Os habitantes de Marabitanas foram por ele considerados festeiros, pois então se dizia que passavam a metade de suas vidas em festas e a outra metade, preparando-se para elas…

Segundo o testemunho de Wallace, nessas ocasiões os indígenas consumiam grandes quantidades de aguardente de cana ou de mandioca, pois, assistindo a uma dessas festas, constatou que de fato eles chegaram a consumir cerca de um barril dessa fortíssima bebida e em todas as casas onde haviam danças, três ou quatro pessoas ficavam andando pelos aposentos, com uma garrafa e um copo, oferecendo bebida a todos os que encontravam, sendo considerada uma desfeita recusa-la. E ali ficavam a noite toda, bebendo sem parar, pois quando acabavam de sorver um gole, lá vinha outro índio com a sua garrafa, e começava tudo de novo. E isto durava de dois ou três dias seguidos.

Quando a festa terminava, voltavam todos para os seus sítios, mas aí já começavam os preparativos para a próxima comemoração, na qual seria consumida a aguardente que em poucos dias já começava a ser destilada e armazenada.

Mais ou menos uma ou duas semanas antes de cada festa, que sempre coincidiam com um dia santo da Igreja Católica Romana, um grupo de dez ou doze moradores saia de canoa pelos arredores visitando todos os sítios e aldeias, situadas num raio de 50 a 100 milhas, levando consigo a imagem do santo a ser homenageado, diversas bandeiras e alguns instrumentos musicais. O grupo, em procissão, era bem recebido em cada casa por onde passava. Os moradores faziam questão de beijar o santo e de dar algum presente para a sua comemoração. Este poderia ser um frango, alguns ovos, um cacho de bananas, ou até mesmo dinheiro. Era comum reservarem animais vivos para servirem de presente a um determinado santo. Aconteceu-me muitas vezes, comentava Wallace, chegar a um sítio para comprar provisões e receber respostas como: “aquele porco é de São João”, ou “esses frangos pertencem ao Divino Espírito Santo”.

Como pudemos observar, já existia um ambiente próprio, para o desencadeamento dos movimentos messiânicos.

E termina Wallace a sua descrição: “Depois de despedir-me do Comandante do Forte (de Marabitanas) o Tenente Felisberto Correia de Araújo, pelo qual fui tratado com a maior cortesia e hospitalidade, segui para Guia, aonde cheguei ao final de abril”.

Graças a ele temos essa interessante descrição que nos dá uma boa idéia do comportamento das populações rionegrinas em tão recuada época.

A CRIAÇÃO DA PROVÍNCIA DO AMAZONAS

Quando Tenreiro Aranha assumiu o governo da recem criada Província do Amazonas, em 1852, a ação religiosa missionária do Estado Brasileiro, na região, estava restrita ao rio Andirá, com frei Pedro de Ceriana, tendo a guarda 570 índios maués, embora os mundurucus do rio Mamuru, tivessem passado ao controle da paroquia de Parintins, e a missão das faldas da serra do Banco, em Roraima, que substituira a do Pirara, fora dirigida por frei José dos Santos Inocentes, em avançada idade e doente, que também se ocupava dos índios do Uaupés e do Içana, mas pela sua ausência os índios estavam se mudando para a Venezuela, sendo logo substituído por frei Gregório José Maria de Bene. Por falta de missionários estavam desativadas as missões do Solimões, Japurá e Içá (3).

Apesar de sua avançada idade frei José Maria de Bene fora nomeado para assistir o alto rio Negro, neste ano de 1852, onde desenvolveu um intenso trabalho fazendo 914 batizados e 26 casamentos, o que talvez criasse uma atmosfera de fervor religioso entre os indígenas, o que se somava às suas indoles festivas, citadas por Wallace, um segundo ítem propício para o desencadeamento do messianismo, pois a falta de padres logo propiciou o aparecimento de inúmeros substitutos leigos. José Maria de Bene ficaria na região até 1855. Acresça-se que o Içana e o Uaupés eram então os rios que mais indígenas forneciam mão de obra para os serviços públicos e privados (3/4) da novel Província,, sendo este o terceiro motivo de desassosego dos índios.

O conselheiro Herculano Ferreira Pena que assumira a Província do Amazonas, em 1853, convidou o capitão Hilário Maximiano Antunes Gurjão, natural do Pará, desde dezembro de 1852 servindo no 3º Batalhão de Artilharia a Pé de Belém, para comandar o contingente de 1ª linha da cidade de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro, então a denominação de Manaus, aqui chegando a 21 de abril de 1853, logo nomeado professor da cadeira pública de Geometria, a 9 de maio, e para dirigir as obras públicas gerais e provinciais, a 20 de setembro, pelas suas qualidades de bacharel em matemáticas e ciências naturais. A 1º de outubro de 1854 receberia mais uma incumbência: a de examinar o estado da fortaleza de São Gabriel e das igrejas paroquiais do rio Negro, há algum tempo abandonadas (5/6). Deveria também escolher um local para construir um quartel próximo à serra de Cucuhy, e delinear a planta provisória de uma fortaleza,  comissão que terminou a 17 de janeiro de 1855, com a construção do quartel na ilha fronteira à serra e a apresentação das plantas do fortim anexadas ao relatório do respectivo Ministério. Seguindo essa orientação podemos estabelecer este ano de 1855, como o do início das atividades do fortim de Cucuí (5/6).

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Figura 2 – GENERAL GURJÃO

GENERAL GURJÃO

Gurjão chegaria à patente de brigadeiro e foi um dos herois da Artilharia, na Guerra do Paraguai, tendo falecido dos ferimentos, que nela adquiriu.

Esta movimentação de gente e de tropas em uma região praticamente abandonada pode ter sido o quarto motivo de desassossego dos índios, neste tempo, que somado aos três anteriores lhes trasmitiram a idéia de que o seu mundo ia desaparecer.

Em 1857, o forte de Cucuí estava em construção e o de Marabitanas, em ruínas (7).

Neste tempo já estava estabelecido o Expresso Militar, que levava gente, munições e provisões, para a região do alto rio Negro (8/9), na realidade um pequeno comboio mensal de canoas cobertas de palha, movimentadas por remeiros indígenas alimentados com farinha dágua e piraém, peixe seco, e habituados ao uso do ipadu para dar força, tirar a fome e diminuir o cansaço, que remavam um dia inteiro, com apenas breves paradas.  levando artigos de primeira necessidade, para os seguintes contingentes de 1ª Linha, no alto rio Negro:

1853              1859

Marabitanas                 17                  20

São Gabriel                   14                  16

Cucui                               –                     20

A AÇÃO CONTRA OS MOVIMENTOS

O fato é que por volta de 1857 os índios do alto rio Negro estavam inquietos e sem missionário, o que estava sendo suprido por charlatães, que se rotulavam de cristos, tomando-lhes os seus haveres, batizando-os, casando-os e descasando-os, em meio a festas, danças e orgias. Essas ações foram denominadas à época de movimentos messiânicos (10/11).

O Primeiro Movimento Messiânico foi iniciado no Içana, por um índio venezuelano, que se dizia ser o Cristo, auxiliado por dois outros e uma mulher, que se intitulavam de São Lourenço, Padre Santo e Santa Maria. O presidente Francisco José Furtado mandou frei Romualdo Gonçalves de Azevedo àquele rio, com o intúito de chamá-los de volta às suas malocas e às suas ocupações, no dia 18 de novembro de 1857, auxiliado pelo capitão Joaquim Firmino Xavier, encarregado das obras do forte de Cucui.

Antes que esse padre ali chegasse, uma escolta do forte de São Gabriel dispersou o ajuntamento e prendeu São Lourenço, Santo Padre e Santa Maria, logo enviados para Manaus, aonde chegaram, a 2 de novembro de 1857, sendo empregados como trabalhadores das obras públicas, conservando-se pacificamente. O venezuelano Venâncio que se passava pelo Santo Cristo fugiu para o seu país de origem, onde foi preso e remetido para Caracas.

Frei Romualdo adoeceu sem iniciar o seu trabalho, mas o capitão Joaquim Firmino Xavier percorreu todo o Içana, conseguindo reagrupar os índios que haviam fugido para o interior das matas.

Em abril de 1858, o índio brasileiro Alexandre iniciou um Segundo Movimento, agora no rio Uaupés. Organizou ajuntamentos semelhantes aos anteriores, em Santana e São Marcelino.

Como o padre Romualdo continuasse doente, foi destacado frei Manoel de Santana Salgado, para dissuadi-los, mas foi mal recebido pelo séquito de Alexandre, ainda mais por ter exorbitado ao convocar, como remeiros de sua canoa, a um principal e seus dois filhos, sendo emboscados e flechados, nas cachoeiras de São Jerônimo, com um seminarista e um soldado feridos. As reuniões foram dissolvidas pelo capitão Joaquim Firmino Xavier.

Nelas espalhava-se a notícia de que o mundo ia pegar fogo no dia de São João e que só subiriam aos Céus os que dançassem e pagassem.

O bacharel Marcos Antonio Rodrigues de Souza, juiz municipal e delegado da capital, foi então designado para sindicar os fatos e prender os instigadores desse segundo movimento, viajando para o rio Negro, pelo vapor Tabatringa, a 15 de junho de 1858. Levava consigo praças da Primeira Linha e da Guarda Nacional com a recomendação de só usá-las em última instância. Também acompanhava o magistrado o capitão Francisco Gonçalves Pinheiro, novo comandante do forte de São Gabriel, subdelegado de polícia e diretor dos índios do Uaupés, que, em 1849, já ocupara este último cargo.

O bacharel regressou a Manaus, a 31 de outubro de 1858, tendo deixado a região em paz, sem ter empregado a força. O falso Cristo Alexandre embrenhara-se pelas matas, com um filho e um enteado, não sendo capturado.

Continuando doente, o padre Romualdo também voltou para a Barra, tendo saído de São Joaquim a 5 de janeiro de 1859, e de São Gabriel, no fim daquele mês, noticiando que tudo corria bem naqueles rios.

Apesar dessa informação, o capitão Joaquim Firmino Xavier, pelo Expresso Militar de 11 de março de 1859, comunicava a existência de novas reuniões, no Ixié, onde uns cem índios armados de espingardas e curabis dispunham-se a resistir.

O presidente Francisco Furtado fez retornar o Expresso, a 29 de março, com a tripulação aumentada, levando armas e munições, com ordens ao comandante de São Gabriel, o capitão Gonçalves Pinheiro, para que dissolvesse aquele ajuntamentodo do Ixié ou qualquer outro, podendo usar tropas de primeira linha e da Guarda Nacional, mas as notícias eram infundadas.

A VISÃO INDÍGENA

Segundo o site Povos Indígenas no Brasil – Portal do Instituto Socioambiental (ISA) Curipaco (12), os movimentos messiânicos surgiram entre os baníua, tucanos e uarequenas, com o aparecimento de um profeta baníua do alto rio Guainia, que se autointitulava Santo Cristo, na realidade Venancio Anizetto Kamiko, um Baniwa da fratria Dzauinai, do alto Guainía, o mais famoso entre todos os profetas, desde 1857, até a sua morte por volta de 1903. Ele tentou organizar o Canto ou Religião da Cruz, organização da qual muitos ainda se lembram tentando unir princípios cristãos e indígenas, as festas dos dias santos e as danças sagradas, Cristo Salvador e Kuwai.

Realizava grandes cerimônias nas comunidades do Içana, pregando na presença de uma cruz. Sofria de catalepsia, talvez de epilepsia, e nos seus ataques, como um morto, viajava ao céu, onde se comunicava com Deus, que lhe dava ordem de perdoar as dívidas dos índios com os comerciantes brancos. Logo começou a profetizar o fim do mundo, por um grande incêndio, do qual só se salvariam os baníuas do Içana, que dançassem em roda, dia e noite, cantando a música dos ritos de iniciação. Kamiko pregava a observância rigorosa do jejum, rezas cerimoniais e o total corte de relações sociais e econômicas com os brancos (militares), como meios de se obter a salvação, no paraíso prometido.

Outros líderes messiânicos, como Alexandre, que atuava no rio Uaupés, pregavam a inversão da ordem existente, pela qual os brancos um dia serviriam aos índios, pelo o tempo em que os índios estiveram dominados pelos brancos. Mas com a repressão militar a esses movimentos, os messias e seus seguidores não tiveram outra escolha senão refugiar-se em áreas inacessíveis. Os messias tiveram grande influência por toda a segunda metade do século XIX e durante as primeiras décadas do XX, fazendo suas curas e aconselhando os índios, que vinham visitá-los.

Não esqueçamos que o rio Negro, nessa época era uma dos maiores fornecedores de mão de obra para região, isto é o trabalho indígena semiescravo de extratores e principalmente de remadores das canoas.

O certo é que o aumento das visitas à região tanto religiosas, como científicas, militares e comerciais, propiciadas pela criação da Província do Amazonas, em 1850, levou os índígenas a um movimento de sensação de perda do seu mundo, o que de fato ocorreria um pouco mais tarde, materializado neste momento, pelos devaneios do fim do mundo próximo, e definido pela construção do forte de Cucui, que durou anos, uma melhor assistência aos fortes brasileiros da região, pelo Expresso Militar criado pelo Presidente da Província do Amazonas Francisco José Furtado (9/10), e um aumento de arregimentação de remeiros, soldados, trabalhadores extrativistas e mateiros, entre os seus habitantes.

A EXPEDIÇÃO AO RIO NEGRO 

Em 15 de agosto de 1861 embarcaria no Pirajá, sob o comando do primeiro tenente Rufino Luiz Tavares, uma expedição destinada a explorar o rio Negro, dirigida pelo engenheiro Leovigildo de Souza Coelho, que apresentaria o Relatório Sobre as Povoações do Rio Negro, publicado no ano seguinte. Participavam dela João Martins da Silva Coutinho, o médico Antonio David de Vasconcelos Canavarro, o inspetor de saúde pública, e o escritor e etnólogo Antonio Gonçalves Dias, inspetor de escolas públicas. Viajaram de navio até 20 de agosto e daí para cima em uma canoa de oito remeiros, chegando a Cucuí. Anotaram as produções do rio: estopa, breu, salsa, piaçava e piraem (peixe seco), que, com a farinha, foi o principal alimento dos viajantes, além de dados sobre a mineralogia, as cachoeiras do alto rio Negro e os objetos dos índios do Içana e Uaupés (8).

Entre os objetos dali trazidos figurava um Cristo da Venezuela, que seria exposto na Exposição Nacional da Indústria de 1861, no Rio de Janeiro, junto com outras peças etnológicas e produtos da região, que foram objeto de um minucioso catálogo (13/14).

É uma alegria para todos nós membros efetivos do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, constatarmos que este Cristo continua fazendo parte do acervo do nosso Museu e depois de alguns anos de desaparecido, no meio do nosso acervo, reaparece, a declarar um fio, uma tradição histórica, em nossa cidade, que já atinge 157 anos. Assim, cabe-nos a honra de publicar a foto dessa relíquia, que logo voltará à luz, no Museu do Instituto.

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Figura 3 – PARTE SUPERIOR DO BASTÃO DE MANDO DO CRISTO DO RIO NEGRO, 22 CM DE COMPRIMENTO, FEITO DE SUCUPIRA PRETA. ACERVO DO IGHA FOTO DE GERALDO DOS ANJOS

 

BIBLIOGRAFIA

1 – Robert H. Schomburgk (autor), Charles Bentley e George Barnard Ilustrações. Twelve Views in the Interior of Guyana – Publicado por Ackermann and Co. – 1841 – Londres. (Este livro mostra o interesse dos ingleses em avançar na Guiana Brasileira).

2 – Alfred Wallace Russell – Viagens pelos rios Amazonas e Negro –Editora da USP – SP – 1979

3 – Relatorio que, em seguida ao do Exmo. Sr. Presidente da Província do Pará, e em virtude da Circular de 11/3/1848, fez sobre os estado da Província, depois da Instalação dela, e de ter tomado posse o seu primeiro presidente o Exmo. Sr. Presidente João Baptista de Figueiredo Tenreiro Aranha, em 30/4/1852 –Manáos – Reimpresso na Typographia do Comércio do Amazonas – 1874.

4 – Relatório apresentado à Assembléia Legislativa Provincial pelo Exmo. Sr. Doutor João Pedro Dias Vieira, presidente desta Província, no dia 8 de julho de 1856, por ocasião da 3ª Legislatura da mesma – Barra do Rio Negro -1856- Typ. De Francisco José da Silva Ramos.

5 – Necrologia de Hilário Maximiano Antunes Gurjão, Bacharerl em Mathematicas e Brigadeiro do Exército, morto em Humaitá, a 19 de janeiro de 1869, por honroso ferimento recebido em combate, pelo seu tio Antonio Agostinho de Andrade Figueira. Impresso em São Luiz do Maranhão, por S. de Mattos, Typ. Da Rua da Paz.

6 – Falla dirigida à Assembléia Legislativa Provincial do Amazonas, no dia 1/10/1853, em que se abriu a sua 2ª Sessão Ordinária, pelo Presidente da Província do Amazonas Conselheiro Herculano Ferreira Penna- Amazonas- Typ de M. S. Ramos – 1853.

7 – Exposição feita ao Exmo. Sr. Presidente da Província do Amazonas o Doutor Manoel Gomes Corrêa de Miranda, pelo Presidente João Pedro Dias Vieira, por ocasião de passar-lhe a administraçãoda mesma Prtovíncia, em 26/2/1857. – Manaos- Typ. De Francisco José da Silva Ramos.

8 – Exposição feita ao Exmo. Sr. 1º Vice Presidente da Prtovíncia do Amazonas e desembargador Manoel Gomes Corrêa de Miranda, pelo presidente e conselheiro Herculano Ferreira Penna, por ocasião depassar-lhe a Administração damesma Província, em 11/3/1855- Cidade da Barra – Typ de Manoel da Silva Ramos – Rua da Palma -1855.

9 – Relatório que à Assembléia Legislativa Prtovincialdo Amazonas apresentou, na abertura da Sessão Ordinária, no dia 3/5/1859, Francisco José Furtado, Presidente da mesma Província – Manaos- Typ. De Francisco Joséda Silva Ramos – 1859.

10 – Idem, Idem, da Sessão Ordinaria de 7/9/1858, apresentada por Francisco José Furtado, presidente da mesma Província-Typ de Francisco José da Silva Ramos – 1858.

11 –  Idem, Idem, na abertura da Sessão Ordinária de 3/5/1859, apresentada por Francisco José Furtado, presidente da mesma Província-Typ de Francisco José da Silva Ramos – 1859.

12 -. Site Povos Indígenas do Brasil- ISA – Instituto Socio Ambiental – Coripaco

13 –  Relatório apresentado à Assembléia Prtovincial Legislativa pelo Exmo. Sr. Dr. Manoel Clementino Carneiro da Cunha, Presidente da mesma Província, na Sessão Ordinária de 3 de maio de 1862 – Pará Impresso na Typographia de Frederico Carlos Rhossard – Travessa São Matheus, casa nº 22 – 1862.

14 – Antonio Loureiro – O Amazonas na Época Imperial – Primeiro livro abordando temas dessa época – 1ª Edição 1989 – Editora Valer Manaus – 2ª Edição –  2002.

 

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Antonio Loureiro
Historiador amazonense. Membro das academias Amazonense de Medicina e Amazonense de Letras. Ex-presidente do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.

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