*Manoel Domingos de Castro

Entre o branco e o azul,
A pincelada celestial,
É nítido ver nessa imagem nua,
Que Deus está em fauvismo total.
E nós…”cavalando”, sós…
O frio já não é do clima,
É da alma e da chama,
O expressionismo está por cá,
Pintam-se de outras cores nossos dramas.
Ninguém cobra mais as dores,
Estimamos a equação de mortes,
Número deveras cru.
Diferente do céu brancoazulado,
Cá, perde-se o senso da cor,
E nós, “cavalamos”, sós…

*Natural de Itacoatiara/Am. Poeta, professor e escritor. Membro da Associação dos Escritores do Amazonas (ASSEAM), da Academia de Letras e Cultura da Amazônia (ALCAMA), da Associação Brasileirade Escritores e Poetas Pan-amazônicos (ABEPPA) e do Movimento Internacional da Lusofonia ((MIL). Professor efetivo da UEA. Mestre e doutorando em Letras pela UTAD (Portugal). Fundador da Sociedadedos Poetas Porunguitás. Tem vários artigos publicados, além de 6 livros de poesia.
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