Macia, em ondas brônzeas imagéticas,

definindo acidentes primorosos,

compensando os desvãos, e os mais formosos,

se elevam formações curvas e estéticas.

 

Oriundas de fontes energéticas,

de mistura de genes venturosos

surgiu essa mulher, de capitosos

serões de amor, de libações poéticas.

 

Glória humana de clássico atavismo

investe-se essa musa, de lirismo,

de inata sedução a resplender

 

nos gestos, no olhar, na cor morena,

no fascínio que atrai e que envenena

e que mesmo em delíquio dá prazer.

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Almir Diniz
Poeta e contista amazonense. Membro da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.

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