Segunda parte 

Segunda geração 

  1. Os filhos do Capitão Nogueira 

As pesquisas de campo não foram suficientes para reconstruir todos os galhos que foram podados da árvore genealógica de Antônio Guimarães Nogueira, o Capitão Nogueira. Desde o último quartel do Século XIX, quando chegaram à Costa da Conceição, até os dias atuais, muitos fatos interferiram na história dos Nogueiras, quebrando laços de parentesco como sói acontecer em todas as famílias, começando pela rivalidade inicialmente suportada entre filhos legítimos e filhos naturais. Outro fator preponderante era a distância geográfica onde ficavam as mulheres do Capitão Nogueira: a esposa, Maria Raimunda do Espírito Santo, habitava a Costa da Conceição; outra, era do Igapó Açu, a um dia de viagem em canoa movida a remo;   a terceira ficava na Costa do Varre Vento, há um dia e meio de viagem em canoa também movida a remo. Na época não existia as embarcações que hoje se vê no beiradão: uma viagem para Manaus, subindo o rio, demorava uma semana; para Itacoatiara não se ia em menos de meio dia, nem voltava em menos de um dia. Ainda existia o fato de que, quando crianças, os filhos naturais não questionavam a insegurança jurídica da filiação, mas, despois de adultos, essas questões foram tomando foros insustentáveis na interseção da fraternidade.  Tudo isso dificultava a interação entre os filhos legítimos e naturais do Capitão Nogueira. Com sua morte, qualquer laço ainda existente entre seus filhos foi rompido de vez.

Estes registros pretendem acompanhar a saga dos Nogueiras seguindo os passos de Bertholdo Antônio Nogueira, por ser o galho mais próximo do tronco da árvore de onde proveio o pretencioso registrador.

1.1. Bertholdo Antônio Nogueira

Filho legítimo de Antônio Guimarães Nogueira e Maria Raimunda do Espírito Santo, Bertholdo Antônio Nogueira foi aquele de quem se pode dizer um iluminado. De compleição física relativamente frágil, distinguia-se dos demais irmãos pelo fato de ver e ouvir “coisas”, primeiramente atribuídas ao seu estado de saúde sempre transitando entre o quase saudável e o muito doentio; depois, na opinião dos experts locais, as visões e audições por ele reportadas anunciavam mediunidade latente, coisa do mundo dos mortos e que só a prática do espiritismo poderia amenizar. Apesar desses percalços, Bertholdo viu passar os anos na rotina que a época impunha a todos os adolescentes: acompanhar o pai na lida diária da roça, cuidar dos afazeres relacionados com a manutenção da casa, tal como carregar água do rio para abastecer a cozinha, saciar aves e animais domésticos, aguar plantas, partir lenha… enfim, atender às necessidades da mãe naquilo que fosse preciso. Sempre que possível, o lazer era incluído na rotina, com mais frequência aos finais de semana: a pesca e a passarinhada1, porque outros não os tinha, como também não tinha estudo algum.

1.1.1. Um adolescente analfabeto 

Em plena puberdade Bertholdo foi designado pelos pais para acompanhando um carregamento de sementes de cacau e borracha para Itacoatiara, que Isaac Peres, aviador, mandara buscar numa alvarenga à ilharga de uma lancha a vapor, atendendo ao chamado do seu aviado, o Capitão Nogueira. (O aviamento era uma modalidade de financiamento no qual o “aviador” fornecia mercadorias ao “avidado”, para pagamento posterior com produtos da coleta ou extração vegetal).

Lá chegando, Bertholdo observou grande movimentação no Porto, onde estava ancorado um navio de grande porte, carregando produtos e descarregando mercadorias. Deixou a alvarenga, subiu a ladeira, e, chegando à sede da empresa do turco (na verdade judeu), apresentou-se muito timidamente ao patrão, como mandava o figurino. Depois das indagações iniciais sobre a saúde do Capitão Nogueira, estado da família e da produção de cacau e borracha, Isaac Peres determinou que Bertholdo fizesse a entrega do produto diretamente ao navio que estava ancorado no porto, para evitar custos desnecessários de desembarque e reembarque. E assim foi feito.

Separados, conferidos, pesados, medidos e arrolados, o conferente responsável pela empresa de Isaac Péres pediu a Bertholdo que assinasse o manifesto da carga. Este, muito desajeitadamente, disse que não sabia assinar seu nome, fato embaraçoso tanto para aquele rapaz quanto para a empresa do seu patrão. Não restou ao conferente outra coisa a fazer que não fosse mandar parar os trabalhos de embarque dos produtos que vinham do armazém, deixar o navio e dirigir-se à empresa para comunicar o fato a Isaac Péres que, confiando na fidedignidade das informações do conferente, considerou como verdadeiras as anotações do manifesto de carga e determinou o crédito na conta-corrente do seu aviado.

Entretanto o turco não gostou de saber que aquele rapaz, de aparência tão distinta, era analfabeto. E não compreendia isso porque sabia que o Capitão Nogueira era uma pessoa esclarecida, de boas letras, inclusive com notícias de que havia escrito um livro contando a história da sua família. Matutando sobre o assunto, mandou chamar o rapaz e lhe cobriu de perguntas a respeito do seu saber. Bertholdo, muito envergonhado, confirmou que de fato nem ele nem seus irmãos sabiam ler, muito menos escrever.

– Diz bra tua babai vem fala comigo! – recomendou o turco que, naquelas alturas, estava começando a afinar o português. – Nam bode הטינסװשװאׇננ הטינסװשװאׇננ הטינסװשװאׇננ… Noguêra, reclamou no mais incompreensível hebraico.

A única coisa que Bertholdo intuiu foi que o Capitão Nogueira estava levando um pito dos diabos!

Ao retornar pra casa o rapaz contou para o pai sua breve aventura, entregou o recado do patrão, mas não acreditava que aquilo fosse resultar em alguma coisa.

Dias depois o Capitão Nogueira vai a Itacoatiara para ajustar as contas relacionadas com a última entrega de produtos e, ao retornar, trouxe consigo um tanto de material escolar, entre eles o “ABC”, tabuadas, livros, cadernos, lápis, caneta de pena, tinteiro, tudo o que fosse preciso para um estudante das primeiras letras e números. Ele mesmo fabricou uma grande mesa redonda (talvez inspirado na Távola Redonda do Rei Arthur), rodeou-a com tamboretes também de madeira, arrumou tudo no meio da sala principal da Casa Grande, e, depois de tudo pronto, chamou os filhos e agregados para uma conversa, e nela anunciou que todos iriam estudar a partir da próxima semana; que ele seria o professor até arranjar alguém para substituí-lo; que as aulas seriam durante a noite, para não prejudicar o trabalho no roçado.

E assim aconteceu. Sem querer, Bertholdo Antônio Nogueira serviu de instrumento para que os rudimentos do saber chegassem àquela distante paragem do beiradão desse Amazonas de muitas águas.  Nascia, dessa forma, involuntária liderança!

1.1.2. Brasil & Alemanha 

Por essa época Bertholdo estava com seus quinze a dezesseis anos de idade, e o Brasil ainda vivia a euforia da república. Em sete de junho de 1890, segundo ano da república, Manoel Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo Provisório da República do Brasil, considerando que era “da maior necessidade estabelecer communicação telegraphica entre a Capital Federal, a do Estado do Amazonas e principaes cidades deste e do Estado do Pará, necessidade que frequentemente experimenta a administração do paiz e comprovam as instantes reclamações endereçadas ao Governo central pelos órgãos mais legitimos da opinião naquelles Estados”, através do Decreto Nº 461 autorizou o prolongamento da linha telegráfica, “por um cabo subfluvial que, partindo de Belém passe em Gurupá, Santarém, Obidos, Parintins e Itacoatiara, pontos onde dever-se-hão estabelecer estações telegráficas”. Até então, no norte do Brasil apenas Belém era ligada por telégrafo ao Governo Central, por meio de um cabo submarino2

Cinco anos depois as obras foram confiadas à Amazon Telegraph Company que, no prazo de um ano, em 1896, inaugurou 1.600 milhas náuticas de cabo entre Belém e Manaus, usando o navio “Faraday”, de fabricação inglesa3, e, entre as “estações” a que se referia o Decreto do Governo Central, foi estabelecida uma na boca do igarapé Cainamã Grande, na Costa da Conceição, bem próximo à Casa Grande do Capitão Nogueira. Entretanto “esse cabo apresentou muitos problemas de comunicação e uma nova ligação com Manaus foi providenciada a partir de Cuiabá, sob o comando de Rondon”.

Para quem conhece a imensidão do rio Amazonas, não é difícil imaginar a natureza desses “muitos problemas”: a necessidade de permanente manutenção e reparo dos cabos rompidos ou desconectados pela forte correnteza que trazia, e ainda traz, milhares de toneladas de areia por segundo, despejando-as, num momento, sobre o leito do rio, cobrindo qualquer estrutura que por ventura esteja submersa; num outro momento, aquele volume de areia, que não raro se transformava em imensa praia, é dali arrastado para formação de outra praia logo próximo ou distante dali. É a força da natureza procurando um caminho permanente para o rio seguir rumo ao mar.

Enquanto isso o “Faraday” e sua tripulação, rio acima rio abaixo, sempre procurando uma solução para as constantes interrupções nas comunicações telegráficas. No meio da tripulação estava um jovem engenheiro de naturalidade alemã: Adrian Siqueira Beckman, com parentela no Paraná ou em Santa Catarina deste Brasil continental4 Entre Itacoatiara e Manaus a base de poio da equipe era a estação do Cainamã Grande. As estações eram aparelhadas com pequena estrutura de pessoal e material suficiente para oferecer informações ao “Faraday” que se encontrava a serviço da manutenção do cabo.

Na região do baixo Amazonas, próximo de Itacoatiara, morava uma família muito humilde, que tinha uma filha de boa aparência: Rosalina Maria de Souza. Numa dessas voltas que o destino dá, Adrian conheceu Rosalina, engraçou-se e, para encurtar a história, casou-se com ela.  Enquanto o “Faraday” desempenhava duas funções naquelas imediações, Adrian e Rosalina tiveram três filhos: Maria Evangelista, Ângela e Manuel. Quando Manuel estava com dez anos de idade, Adrian sofreu um acidente de trabalho: enquanto o cabo submerso estava sendo puxado para dentro do barco de apoio logístico, para facilitar o reparo necessário, a correnteza do rio fez com que a pequena embarcação balouçasse e derrubasse Adrian, que bateu com a cabeça no anteparo que lhe deveria proteger, arremessando-o para fora. A força da correnteza era tamanha que, quando seus companheiros o retiraram da água, Adrian já estava morto, não se sabe se em consequência da batida ou de afogamento.

Isso aconteceu quando Maria Evangelista tinha quatorze anos, Ângela tinha doze e Manuel 10 anos de idade. Algum tempo depois de o marido ter falecido Rosalina saiu do lugar onde morava, no baixo Amazonas, e veio para a Costa da Conceição, onde tinha parentes, e de onde poderia melhor se comunicar com os parentes do seu falecido marido.

Maria Evangelista de Souza Beckman, Maroca na intimidade, era uma mocinha bem apanhada que, para a época, já estava pronta para o casamento. Ao chegar à Costa da Conceição, chamou a atenção de Bertholdo Antônio Nogueira, um dos filhos do Capitão Nogueira.  Pouco tempo depois estavam casados, ela recebendo o nome de Maria Evangelista Beckman Nogueira. Do enlace resultou os filhos Antônio Nazaré, Celina, Marçal, Senhorinha, Verônica, Raimunda, Izidório e Marivalda.

O fato de ter sido alfabetizado permitiu a Bertholdo, mediante leituras, avançar no conhecimento da então incipiente doutrina espírita “codificada pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, usando o pseudônimo Allan Kardec. É uma doutrina que alia ciência, filosofia e religião, buscando a melhor compreensão não apenas do universo tangível (científico), mas também do universo a esse transcendente (religião)”5. Esse conhecimento contribuiu para o desenvolvimento e controle da sua mediunidade até então latente, embora modernamente as vozes e visões que lhe acometiam pudessem ser classificadas como um caso de esquizofrenia; contribuiu também para adquirir respeitabilidade na região, sendo, depois do pai, uma referência para aqueles que buscavam alívio para seus sofrimentos psicossomáticos; além do mais, o estreitamento das relações sociais decorrentes da demanda às suas habilidades no tratar de moléstias, e emitir opinião sobre questões familiares e outras, o credenciaram para ser nomeado autoridade policial (Delegado) na Costa da Conceição.

Logo depois do casamento, Bertholdo construiu sua morada bem próximo à Casa Grande, na margem esquerda da Cainamãzinho. Não tinha o glamour da casa do pai mas podia abrigar, como de fato abrigou, toda a filharada que o futuro lhe daria, e mais aqueles que seu espírito filantrópico acolhia como seus, sem contar com os trabalhadores contratados para as épocas mais durar de trabalho. À medida em que a família ia crescendo, Bertholdo ia acrescentando outras unidades autônomas, integrantes do conjunto que constituía sua residência.

Descendentes de Antonio Guimarães Nogueira 

Primeira Geração
1. Antonio Guimarães Nogueira morreu em data desconhecida.  Ele se encontrou em vida com Maria Raimunda do Espírito Santo. 

Filho de Antonio Guimarães Nogueira e Maria Raimunda do Espírito Santo

I. 2. Bertholdo Antonio Nogueira nasceu em Costa da Conceição, Município de Itacoatiara, Estado do Amazonas, Brasil e Morreu em Costa da Conceição, Município de Itacoatiara, Estado do Amazonas, Brasil.
II. 3. Emitério Antonio Nogueira morreu em data desconhecida.
III. 4. João Nogueira morreu em data desconhecida.
IV. 5. Lisboa Nogueira morreu em data desconhecida.
V. 6. Maria Eugênia Nogueira do Espírito Santo morreu em data desconhecida.
VI. 7. Felix Antonio Nogueira morreu em data desconhecida.
VII. 8. Pedro Nogueira.
VIII. 9. Januário Nogueira.

Segunda Geração (Filhos)

2. Bertholdo Antonio Nogueira nasceu em Costa da Conceição, Município de Itacoatiara, Estado do Amazonas, Brasil e morreu na mesma localidade. Ele casou com Maria Beckmam Nogueira, filha de Manoel Siqueira Beckmam e Rosalina Beckmam, nasceu em Costa da Conceição.

Filho de Bertholdo Antonio Nogueira e Maria Beckmam Nogueira

I. 10. Celina Beckmam Nogueira morreu em data desconhecida.
II. 11. Antonio Nazaré Nogueira nasceu em set. 8, 1918 em Costa da Conceição.
III. 12. Marçal Beckmam Nogueira Nasceu em Costa da Conceição, e morreu em Manaus, Estado do Amazonas, Brasil.
IV. 13. Verônica Beckmam Nogueira Nasceu em Costa da Conceição e morreu em Itacoatiara, Estado do Amazonas, Brasil.
V. 14. Senhorinha Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição.
VI. 15. Raimunda Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição e morreu em data desconhecida.
VI. 16. Izidório Beckmam Nogueira nasceu em abr. 4, 1924 em Costa da Conceição e morreu em fev. 11, 2012 na mesma localidade.
VII. 17. Marivalda Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição e morreu na localidade.
3. Emitério Antonio Nogueira morreu em data desconhecida.
4. João Nogueira morreu em data desconhecida. Ele casou com Corina Pinto de Almeida.

Filho de João Nogueira e Corina Pinto de Almeida

I. 18. Hidelbrando Nogueira.
II. 19. Cariolana Nogueira.
III. 20. Eduardo Nogueira.
IV. 21. Luiza (Santa) Pinto de Almeida.
V. 22. Dalila Pinto de Almeida.
VI. 23. Eduardo Almeida Sobrinho.
5. Lisboa Nogueira morreu em data desconhecida.
6. Maria Eugênia Nogueira do Espírito Santo morreu em data desconhecida.  Ela casou com José Domingos Martins.

Filho de Maria Eugênia Nogueira do Espírito Santo e José Domingos Martins

I. 24. João Martins Nogueira.
II. 25. Josefa Martins do Espírito.
III. 26. Gertrudes Martins do Espírito Santos.
IV. 27. Laura Martins do Espírito.
V. 28. Esmeralda Martins do Espírito.
VI. 29. Sebastiana Martins do Espírito.
VII. 30. Madalena Nogueira.
VIII. 31. Zeferino Martins Nogueira Morreu em data desconhecida.
IX. 32. Eleotério Martins do Espírito.
7. Felix Antonio Nogueira morreu em data desconhecida. Ele casou com Raimunda de Souza Nogueira.

Filho de Felix Antonio Nogueira e Raimunda de Souza Nogueira

I. 33. Alaor Antonio Nogueira morreu em data desconhecida.
II. 34. Rita (Mocinha) de Souza Nogueira.
III. 35. Maria Antonieta de Souza Nogueira.
IV. 36. Azamor Antonio de Souza Nogueira.
V. 37. Azaman de Souza Nogueira.
8. Pedro Nogueira.

Filho de Pedro Nogueira

I. 38. Lázaro Nogueira.
9. Januário Nogueira.  Ele casou com Preocopia (Puru) Nunes Nogueira.

Filho de Januário Nogueira e Preocopia (Puru) Nunes Nogueira

I. 39. Joaquim (Visgueiro) Nunes Nogueira.
II. 40. Cândido (Zito) Nunues Nogueira.
III. 41. Francisca Nunes Nogueira.
IV. 42. Anília (Zita) Nunes Nogueira morreu em data desconhecida.

 Terceira Geração (Netos)

10. Celina Beckmam Nogueira morreu em data desconhecida. Ela casou com Diocleciano Pereira.

Filho de Celina Beckmam Nogueira e Diocleciano Pereira

I. 43. Alcides Nogueira Pereira.
II. 44. Zuila Nogueira Pereira.
III. 45. Humberto Nogueira Pereira.
IV. 46. Maria Nogueira Pereira morreu em data desconhecida.
V. 47. Francisco Nogueira Pereira.
VI. 48. Rosa Nogueira Pereira morreu em data desconhecida.
VII. 49. Raimunda Nogueira Pereira.
VIII. 50. Jaime Nogueira Pereira.
IX. 51. Pedro Nogueira Pereira.
11. Antonio Nazaré Nogueira nasceu em set. 8, 1918 em Costa da Conceição. Ele Casou com Esther de Melo Nogueira, Filha de Luís Figueiredo de Melo e Elvira Josefa Lira, que nasceu em out. 4, 1914 em Ilha Grande do Soriano, Município de Itacoatiara, e Morreu em Costa da Conceição.

Filho de Antonio Nazaré Nogueira e Esther de Melo Nogueira

I. 52. Antonio Tupinambá Melo Nogueira nasceu em out. 3, 1945 em Ilha Grande do Soriano.
II. 53. Carlos Alberto de Melo Nogueira nasceu em mar. 3, 1948 em Ilha Grande do Soriano.
III. 54. Ivani Melo Nogueira nasceu em jan. 9, 1953 em Costa do Itapará, Município de Itacoatiara.
IV. 55. Próspero Melo Nogueira nasceu em jan. 1, 1956 em Costa do Itapará.
V. 56. Genilda Melo Nogueira nasceu em out. 6, 1958 em Costa do Itapará.
VI. 57. Raimundo do Rosário Melo Nogueira nasceu em fev. 19, 1960 em Costa do Itapará.
12. Marçal Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição, e morreu em Manaus.
13. Verônica Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição, e morreu em Itacoatiara.
14. Senhorinha Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição.
15. Raimunda Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição,  e morreu em data desconhecida.
16. Izidório Beckmam Nogueira nasceu em abr. 4, 1924 em Costa da Conceição, e morreu em fev. 11, 2012 na mesma localidade.
17. Marivalda Beckmam Nogueira nasceu em Costa da Conceição, e morreu na mesma localidade.
18. Hidelbrando Nogueira.
19. Cariolana Nogueira.
20. Eduardo Nogueira.
21. Luiza (Santa) Pinto de Almeida.
22. Dalila Pinto de Almeida.
23. Eduardo Almeida Sobrinho.
24. João Martins Nogueira.  Ele casou com Luiza (Santa) Martins do Espírito.
25. Josefa Martins do Espírito.  Ela casou com Taumaturgo.
26. Gertrudes Martins do Espírito Santo.  Ela casou com Raimundo Reis na primeira vez; casou  José Pinheiro na segunda vez; e casou com Antonio Alves Pereira na terceira vez.

Filho de Gertrudes Martins do Espírito Santo e Raimundo Reis

I. 58. Wilson (Bajó) Nogueira morreu em data desconhecida.

Filho de Gertrudes Martins do Espírito Santo e José Pinheiro.

II. 59. José (Preto) Pinheiro Martins.
III. 60. Cristino Nogueira.

Filho de Gertrudes Martins do Espírito Santo e Antonio Alves Pereira

IV. 61. Luiza Alves Nogueira Martins.
V. 62. Antonio Alves Martins Filho.
VI. 63. Maria Alves Martins.
27. Laura Martins do Espírito.  Ela casou com Turíbo Bastos Moreira na primeira vez e casou com Ozório na segunda vez.

Filho de Laura Martins do Espírito e Turíbo Bastos Moreira

I. 64. Lucy Bela Moreira.
II. 65. Heriberto Martins Moreira.
III. 66. Manoel Martins Moreira.
IV. 67. Jacy Martins Moreira.

 Filho de Laura Martins do Espírito e Ozório

V. 68 Geraldo Martins.
28. Esmeralda Martins do Espírito.
29. Sebastiana Martins do Espírito.
30. Madalena Nogueira.
31. Zeferino Martins Nogueira morreu em data desconhecida.
32. Eleotério Martins do Espírito.
33. Alaor Antonio Nogueira morreu em data desconhecida. Ele casou com Zuila Pereira Nogueira.
34. Rita (Mocinha) de Souza Nogueira. Ela casou com Carlos Reis.
35. Maria Antonieta de Souza Nogueira.
36. Azamor Antonio de Souza Nogueira. Ele casou com Eutália França Nogueira.
37. Azaman de Souza Nogueira. Ele casou com Maria Nogueira Pereira.
38. Lázaro Nogueira.

Filho de Lázaro Nogueira

I. 69. Ezequiel Nogueira.
II. 70. Lourival Nogueira.
III. 71. Manoel (Manduquinha) Nogueira.
IV. 72. Pedro Nogueira.
39. Joaquim (Visgueiro) Nunes Nogueira.
40. Cândido (Zito) Nunues Nogueira.  Ele casou com Susana Fernandes Nogueira.

Filho de Cândido (Zito) Nunues Nogueira e Susana Fernandes Nogueira

I. 73. Carlos Fernandes Nogueira morreu em data desconhecida.
II. 74. Jessi Fernandes Nogueira.
III. 75. Elias Fernandes Nogueira nasceu em fev. 3, 1941 em Costa da Conceição.
IV. 76. Nelci Fernandes Nogueira.
V. 77. Maria Fernandes Nogueira.
VI. 78. Raimundo Fernandes Nogueira.
VII. 79. Antonio Fernandes Nogueira.
41. Francisca Nunes Nogueira.
42. Anília (Zita) Nunes Nogueira morreu em data desconhecida.

4ª Geração (Bisnetos) 

43. Alcides Nogueira Pereira.
44. Zuila Nogueira Pereira.
45. Humberto Nogueira Pereira.
46. Maria Nogueira Pereira Morreu em data desconhecida.
47. Francisco Nogueira Pereira.
48. Rosa Nogueira Pereira morreu em data desconhecida.
49 Raimunda Nogueira Pereira.
50. Jaime Nogueira Pereira.
51. Pedro Nogueira Pereira.
52. Antonio Tupinambá Melo Nogueira nasceu em out. 3, 1945 em Ilha Grande do Soriano.
53. Carlos Alberto de Melo Nogueira nasceu em mar. 3, 1948 em Ilha Grande do Soriano.
54. Ivani Melo Nogueira nasceu em jan. 9, 1953 em Costa do Itapará.
55. Próspero Melo Nogueira nasceu em jan.1, 1956 em Costa do Itapará.
56. Genilda Melo Nogueira nasceu em out. 6, 1958 em Costa do Itapará.
57. Raimundo do Rosário Melo Nogueira nasceu em fev. 19, 1960 em Costa do Itapará, e morreu em Manaus.
58. Wilson (Bajó) Nogueira morreu em data desconhecida.
59. José (Preto) Pinheiro Martins.
60. Cristino Nogueira.
61. Luiza Alves Nogueira Martins.
62. Antonio Alves Martins Filho.
63. Maria Alves Martins.
64. Lucy Bela Moreira.
65. Heriberto Martins Moreira.
66. Manoel Martins Moreira.
67. Jacy Martins Moreira.
68. Geraldo Martins.
69. Ezequiel Nogueira.
70. Lourival Nogueira.
71. Manoel (Manduquinha) Nogueira.
72. Pedro Nogueira.
73. Carlos Fernandes Nogueira morreu em data desconhecida. Ele casou com Ermandina Martins Nogueira.
74. Jessi Fernandes Nogueira.  Ela casou com José Guilherme da Silva.
75. Elias Fernandes Nogueira nasceu em fev. 3, 1941 em Costa da Conceição. Ele casou com Maria Rosa Martins Almeida.
76. Nelci Fernandes Nogueira.  Ela casou com Crinalro Drumont Soares.
77. Maria Fernandes Nogueira.  Ela casou com Valdino Martins França.
78. Raimundo Fernandes Nogueira.  Ele casou com Ana Maria Martins Nogueira.
79. Antonio Fernandes Nogueira.  Ele casou com Elondina Barbosa Nogueira.

______________________

[1] PASSARINHAR: Caçar passarinhos com estilingue fabricado com seiva de seringueira injetada na haste do mamoeiro, aquela que liga o tronco à folha; depois de cheia, a haste é colocada ao sol, para secar. Com cinco dias de sol, a seiva da seringueira já se transformou numa peça elástica. O próximo passo é colocar o material no fumeiro por mais quinze dias, e, depois disso, separar o elástico do que restou do talo (haste) do mamão e fazer o estilingue (baladeira). Passarinhar também é sinonímia de vagabundear; andar sem rumo.

[2] http://www.hcte.ufrj.br/downloads/sh/sh1/Artigos/64.pdf – Durante o Império, entre 1852 e 1889, o governo brasileiro construiu através da Repartição Geral dos Telégrafos (RGT) uma linha telegráfica ao longo do litoral brasileiro. A linha tinha dois fios condutores que não davam vazão ao tráfego telegráfico. As correspondências comerciais e de imprensa eram desviadas para o cabo submarino costeiro, instalado em 1873, da Western and Brazilian Telegraph Company (WBTC), que ligava as principais capitais e se estendia até Buenos Aires. A ligação entre o Brasil e a Europa era feita desde 1874 pelo cabo da Brazilian Submarine Telegraph Company (BSTC). As companhias inglesas transferiam entre si as correspondências internacionais, em prejuízo do telégrafo brasileiro

[3] http://www.hcte.ufrj.br/downloads/sh/sh1/Artigos/64.pdf

[4] Depoimento de Senhoria Beckman Nogueira, filha de Bertholdo Antonio Nogueira e Maria Evangelista Beckman Nogueira, colhido em 05/07/2014.

[5] Wikipedia, Enciclopédia Livre, Verbete ESPIRITISMO.

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Antonio Tupinambá Nogueira
*Amazonense de Itacoatiara. Contador pós-graduado em Contabilidade Gerencial. Membro da Academia Amazônica Maçônica de Letras. Auditor aposentado do Tribunal de Contas dos Municípios do Amazonas, Ex-Subauditor Geral do Estado do Amazonas. Secretário de Governo da Prefeitura Municipal de Itacoatiara. Consultor e Assessor Técnico nas áreas de Contabilidade Pública e Orçamento.

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