Em 2009, o Prêmio Nobel de Medicina que foi recebido por três pesquisadores Americanos que na entrega do prêmio afirmaram que quem nasceu neste século viverá para sempre.

Tudo isto pelo fato daqueles pesquisadores terem descoberto uma enzima denominada de TELOMERASE, cuja ação nada mais é do que evitar o encurtamento telomérico de dentro do DNA humano, evitando assim que este encurtamento possa inabilitar a célula de continuar se multiplicando e promovendo a morte celular (apoptose).

Por este motivo, a aceleração seguida deste processo acaba na finitude dos seres humanos e por isso concluímos que a morte é programada na hora da concepção, isto é, quanto menos acelerada for a morte celular, mais tempo de vida teremos.

Contudo, ainda não se conseguiu adequar o uso perfeito da Telomerase, que tanto pode fazer a perpetuação das células como ainda promover a reprodução de células com DNA desfigurado, gerando, por conseguinte, os tumores, tanto os benignos como os malignos, estes últimos responsáveis por antecipar a chegada da finitude.

O Prêmio Nobel de Medicina deste ano 2013 foi para outros três pesquisadores norte americanos que, pesquisando isoladamente em seus laboratórios, descobriram que cada célula só se comunica com todo sistema orgânico através de umas “VESICULAS” especiais que são de nominadas “Bolhas da Vida”. Estas são capazes de regular todo sistema orgânico produzindo os indutores da preservação da vida e distribuindo os emunctórios (os hormônios l. estimulando os neurotransmissores a levarem a qualquer porção do cérebro, coração, fígado, rim, ossos, músculos e vísceras em geral as substâncias indispensáveis à vida.

Portanto, quando o ser humano, através de pesquisas científicas, for capaz de usar adequadamente a Telomerase, evitando a morte celular por encurtamento telomérico e explorar adequadamente as “Bolhas da Vida” a produzirem de todas as necessidades individuais dos seres vivos, poderá evitar aterosclerose, diabetes, artrose, demência e tantos outros desvios de saúde capazes de levar o indivíduo a morte. Com isso, teremos como resultado o sucesso da vida perene. E envelhecer nós iremos, contudo com qualidade tão efetiva, pois o sistema imunológico estará tão preparado que nenhuma bactéria, vírus, fungos e tantos outros agentes externos serão capazes. de nos levar à finitude.

Mas, quando isto acontecer, teremos que estar preparados psicoemocionalmente para conviver numa sociedade cujo acúmulo de pessoas de idade maior será tão grande que seguramente deverá haver um conflito intergeracional Pois pessoas com 100, 150 e até 200 anos, capacitadas para o trabalho, para produzir, para ensinar o que aprendeu ao longo desta existência, estarão junto com um aglomerado de pessoas muito jovens, disputando espaços na sociedade e sob todos os vieses da vida, não será fácil administrar os muitos conflitos que surgirão. Portanto, vamos torcer para que as pesquisas avancem a ponto de permitir a quem nasceu neste século viver para sempre!

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Euler Ribeiro
Amazonense, de Itacoatiara. Formado em Medicina em Belém (PA), o médico geriatra completou os estudos em SP e nos EUA. Foi secretário de Saúde do Estado e deputado federal. Fundador da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI), ligada à Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Membro das academias amazonenses de Letras e de Medicina.

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