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terça-feira, janeiro 18, 2022

Literatura

Escrever mui vadiamente

No Dia Nacional do Escritor (25 de julho), Nina (Escritores de Plantão) postou no grupo a imagem de uma máquina de escrever. Objeto antigo, em preto-e-branco, fora de moda, peça de museu, talvez pertencente...

Mudanças, viagens e transferências

Trabalho numa empresa em via de transformações. As pessoas estão se mudando. De cidade e de estado. Algumas encaram a mudança com tranquilidade. A maioria não. Não querem se mudar. Os peruanos, ao desejar o...

Modernismo

*Francisco de Abreu Cavalcante Pertence ao segundo livro “Maravilhas da vida” a ser publicado em breve. Eu poeta, tenho medo De coisas assim escrever, Acho que o poeta medroso Jamais deveria nascer. Com o direito de expressão, Escrevo o que der...

Adeus, José Resk!

A nostalgia, centrada na ausência de um ente querido, machuca o coração da gente, deixa qualquer ser humano emocionalmente abatido. Nos últimos anos perdi diversos amigos, pessoas que os tinha na mais alta consideração...

A Província exterminadora

Os portugueses sabiamente afastaram a única força suficientemente poderosa, capaz de por em xeque o seu modelo de Integração colonial. E, tendo expropriado do Índio certa técnicas Indispensáveis para a vida na Amazônia, ofereceu...

Poema real

*Francisco de Abreu Cavalcante I Escrevi um pequeno poema real Que trata de profissional pescador, No centro encontra-se meu irmão, E eu ao lado, seu mero assessor. II Poema que me traz felicidade, Acho que fui feliz em escrevê-lo, Retrata meu irmão, na...