(Melodia à vontade)

Coro: É data querida.  / que pena é pandemia!
           a voz e o violão / celebrem este dia

Apesar do “fique em casa”
Em casa vamos cantar
A vida é um dom demais grande
Pra gente silenciar

Quem dera um mingau gostoso
Com café e paçoquinha!
Mas nosso tele-trabalho
Não empata a tapioquinha!…

Pedro, João, Santo Antonio-
Trio amado e animado—
Quarentena,não impeça
De louvar um festejado!

Não há vírus que cancele
Esta amizade, este amor.
Celebremos, minha gente,
Algo de tanto esplendor!

Aqui, a Família, amigos,
Não podem faltar, jamais
Perto ou longe, tantos laços
O corona não desfaz.

Este ano é proibida
Toda aglomeração.
Casa cheia! = nem se fale!
Só transborde o coração!

E a dança da quadrilha
Em casa, não leva jeito!
Mas dancemos de alegria
Pelo amor dentro do peito!

No isolamento difícil
O amor é virtual
Mas vence o tempo e a distância
A ORAÇÃO, – sem igual:

E Há o CELULAR – TELEFONE
Do grande inventor Graham BELL!
Sobre ele, em poesia,
Minha irmã Belém dizia:
“Teu nome rima com “CÉU”!

*Poeta e escritora. Ex-secretária da CRB. Trabalhou na Prelazia de Itacoatiara, em 1962-1963, ao tempo do bispado de dom Francisco Paulo Mc-Hugh (1924-2003), onde dirigiu o Colégio Nossa Senhora do Rosário. Em 1997 voltou a Itacoatiara para secretariar o bispo dom Jorge Marskell (1935-1998), até sua morte no ano seguinte. Sócia correspondente da Academia Amazonense de Letras. Reside em Belém, sua terra natal.
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Marília Menezes
*Poeta e escritora. Ex-secretária da CRB. Trabalhou na Prelazia de Itacoatiara, em 1962-1963, ao tempo do bispado de dom Francisco Paulo Mc-Hugh (1924-2003), onde dirigiu o Colégio Nossa Senhora do Rosário. Em 1997 voltou a Itacoatiara para secretariar o bispo dom Jorge Marskell (1935-1998), até sua morte no ano seguinte. Sócia correspondente da Academia Amazonense de Letras. Reside em Belém, sua terra natal.

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