*Ruy Alencar (In memoriam)

Prometemos que voltaríamos com os apelidos de Itacoatiara e começamos hoje pelas alcunhas da própria cidade, a “VELHA SERPA” ou “PEDRA PINTADA”.

Havia alguns apelidos maldosos e de mau gosto, como o “C. de Mola”, “Chico Corninho” e o “Toba de Vaca”. A maioria, entretanto, eram nomes engraçados e até carinhosos, como o “Bumba-Chora”, o “Velho Babaquara”, e o “Bibarré” alusão à pronúncia dada pelo ardoroso monarquista português, o pai dos Esteves do Rosário, à frase “Viva a República Portuguesa”, contra a qual investia ferozmente…

Dos nossos próprios colegas, o “Candiru” ou “Candinho”, o Candido Barros, o “Boroboró”, o Arlindo Fonseca e o “Luis Toquinho” ou “Água de Bilha”, coma falamos recentemente. O nosso e lógico não esquecemos: “Raio Toró”, ou simplesmente “Toró” e não me perguntem por que, senão vai haver briga… Outros apelidos sairam naturalmente no fluir das reminiscências anteriores.

Tínhamos mais muito mais, como o João “Urubu”, sacristão safado que a título a nos dar as primeiras lições sabre sexo, depois de muito suspense e muita embromaçao mentia muito e nos ensinava mesmo era a mais pura sacanagem. Havia o Adelson “Capa Bode” apelido herdado do pai, o Seu Macedo, exímio nesse mister e o “Mano” e claro. O “Mano” era irmão do “Dedi”, da “Tila”, da “Cota” e do Paulo Menezes que, mesmo sendo provocado pelo seu “pé de bate banha”, era um cara bom e doce, de quem todos gostávamos. Ao entregar um telegrama (as vezes dava uma de estafeta, ajudando o irmão “Dedi”), pela sua cara o destinatário já sabia se a notícia era alegre ou triste … É claro que o “Mano” havia dado uma “bispada” na mensagem, antes de lacrá-la … Mas do “Mano” contava-se a estória ou peça que um dia o Edson Mendonça, irmão do “Quitó”, lhe havia pregado. O Edson viajava para o Araújo Costa a casa de madeira para a serraria deste último. Um dia, depois de previa combinação com os demais colegas, o Edson prometeu ao “Mano” que no retorno de sua próxima viagem lhe traria “um olho de boto” especialmente preparado para atrair o sexo feminino, de que tanto se ressentia o “Mano”. O ingênuo acreditou e no retorno da viagem do Edson lhe entregou a encomenda. A partir daí, a todo colega de quem se aproximava, era o “Mano” por ele “cantado”, ninguém resistia aos seus novas encantos … O “Mano” quase endoida de tanto homem dando em cima dele, até que uma alma caridosa lhe confidenciou ter sido tudo uma brincadeira.

A família Mendonça era, como todas as demais, prenhe de apelidos, começando pelo chefe, o seu “Pedroca”. Tinha o “Dragão”, o Jurandir, que apanhou esse nome por ser muito forte e, dizem, ter enfrentado a unha de madrugada, quando seguia rumo ao mercado, a onça do Clarinda Vilaça que estava fugida e vinha comendo as galinhas do Jauary. O Othoniel, marido da “Florzinha” e o Pedro, parece que escaparam. O mesmo não aconteceu com o nosso deputado Antonio Vital de Mendonça, o “Quitó” e o menorzinho, o “Bazinho” …

O outro ramo da família Mendonça não ficava atrás. Começamos pelo nosso velho e querido “Vicentinho”, com quem iniciamos os primeiros passos no mundo da aritmética. Tinha ele uma característica exemplar, além de ser muito bem-educado. Todos os dias correto e pontual que nem o Big Ben, invariavelmente a uma hora da tarde, descia a rua 7 de Setembro no centro da praça. Às vezes dava urna parada no café do “Seu” Natal, pai do “Zezito”, o José Gonela e seu vizinho. Dos muitos filhos e filhas que deixou lembramos bem do “Zeca” que substituiu no cartório e do “Tim-Tim”, o Vicente Mendonça Jr., Secretário de estado por várias vezes e grande incentivador dos esportes.

Às vezes o apelido era mais conhecido do que o próprio nome de batismo. Quem se lembra, por exemplo, do nome verdadeiro do “Deixa que eu chulo” (meu competidor na conquista dos encantos da Violeta); do “Marirana” ou do “Zezão” do seu David?

Nos esportes, então, os apelidos borbulhavam. O “Pequenino” – o maior “beque” que jamais conheci; o “Preto Trovoada”, grande “center-four”; o “Sepetiba”, o João Balbi e o “Maneca”, que não era jogador pela gordura, mas fã ardoroso do Botafogo e uma espécie de seu técnico “ad-hoc”. Vamos retomar o nosso passeio pela cidade, interrompido anteriormente, que assim os nomes fluirão mais à vontade e dentro do contexto. Descendo a “Rampa”, íamos dar no Mercado Municipal – bela construção em estilo Brasil Colônia, infelizmente demolida para se ter em seu lugar um casarão sem linhas definidas, feio e que fere a vista. Também em ruínas, ao lado, se encontra a casa que um dia foi do Antonio Coelho e passou depois a ser a Mesa de Rendas, com a residência do Seu Armando Prado em cima.

Em frente ao antigo mercado havia o “quiosque” do Júlio Saraiva, ponto de reunião da Estiva, a turma do “Machadinho”, ao término da faina diária. Na primeira esquina a casa de comercio do Lamarão e no interior do mercado, bancas como a do pai do “Guió”, do “Louro” e do “Belinha”, bem como os açougues do “Seu” Valério, pai do João Valério e da “Careca” e o do João do “Curro”. O João Valério além de colega nosso no Grupo foi colaborador do jornalzinho “O Olhudo”, editado nas férias e distribuído aos domingos, ao fim da missa das dez horas. A vida desse jornal foi efêmera, por “pressões políticas” de amigos e correligionários de Papai, quando o “Olhudo” começou a se imiscuir nas coisas malfeitas da cidade …

Adiante do Mercado e passando pela Saboaria que ficava na esquina da “Baixa”, já entrando na Colônia, ficava a casa de comércio e residência do Abdon Mamede e D. “Chiquinha”, pais de Nazira, do Anuar, do Lourival, da Amazonina, da Hildete e do Ozeti. Em frente, uma grande praça com a Cadeia Municipal numa esquina e logo adiante, já rumando para as “18”, a casa de D. Maroca, professora dona de um papagaio falador de nomes feios. , Seguindo à direita, perto da igreja dos “Crentes” (O Catolicismo era tão forte então que as outros credos só encontravam campo e local para os seus templos longe do centro), a casa de comércio do José de Oliveira e D. Esperança, pais do Arnóbio e da Irene. Em frente, a residência dos mesmos, assobradada.

Dobrando a rua do comércio dos Oliveira e seguindo rumo a Avenida, passávamos pela casa do Raimundo Flores “muambeiro” que vendia coisas trazidas de bordo dos navios do Lloyd e a casa do José Fernandes – nordestino de boa cepa e de grande bigode a “a la Kayser”, que usava um rape desgraçado de fedorento. Na esquina da rua do Curro, ficavam de um lado o sobrado do Cel. José Henriques e do outro a foguetearia do Zé Guedes, pai do Inácio, do “Chico”, da “Chicuta” e do “Bainha”, os dois últimos meus colegas de aula. O “Bainha”, apesar do problema físico, era querido e respeitado por todos, e ái daquele que ousasse apelidá-lo. Era surra certa, que valente estava ali mesmo.

Ao lado do sobrado, a casa do Seu Perales, grande amigo de papai e mais tarde tambem prefeito da cidade, um dos melhores, por sinal. Por causa de uma de suas filhas, um dia levei uma grande surra. Escrevi nas paredes da Coletoria, não sei por que cargas d’agua, (só Freud explica certas atitudes da juventude …) entre escudos do Botafogo, a frase – “Dulce Cordeiro Perales do meu coração, “football club”. Encontrada por Lalá (Adelaide Peixoto, escriva da Coletoria), esta chamou papai e mostrou que eu, com meus 10 anos, se tanto, já andava com ideias na cabeça… Nada disso. Éramos simplesmente grandes amigos dela e de seus irmãos, a Célia e o Fernando.

Logo mais abaixo, o “Chico Nelson”, da Fazenda, sempre alegre e brincalhão e o Dr. Gaspar Maia, bondoso Promotor de Justiça!

Da pracinha de São Francisco (felizmente ainda mantida e conservada como antes, embora sem o cemitério que existia ao lado) seguindo de volta à Avenida e indo até o seu final, já no Campo do Botafogo, em frente tínhamos a casa dos Oneti – João, Luis, Ana, Benjamin e o José, este último sempre desconfiado e arredio par causa das marcas de “leishmaniose” que carregava no rosto. Mas antes de chegarmos à Avenida, passávamos pela casa dos Vasconcellos Dias, cujo patriarca era o Fiscal Geral da Prefeitura e, como papai, havia lido e gostado do “best-seller” americano “mais barato, às dúzias” … Contando nos dedos, mais de 10 eram também seus filhos: a “Miquinha”, a Dadade do meu amigo Pennington (muito mais tarde, e claro); o “Sabá” do Banco do Brasil e Dra. Ignes, educadora emérita; a Rita (também professora e que tinha um verdadeiro pavor de andar de avião ou de navio pequeno); o Bartolomeu e o Pedro Meneleu, da Fazenda. De todos talvez pela idade e pela afinidade, aqueles de quem me sentia mais próximo foram o “Bartolo” juiz do coração “deste tamanho” e a Ignez, incentivadora da cultura, quando não estava educando. Ah, e claro que não me esqueci dos gêmeos nem do “Francisquinho”. O Camilo brilhou no comércio e foi também grande Vereador; o Nemézio mais calado, criou todos os filhos e mais tarde veio para Manaus. Já o Francisquinho, dublê de farmacêutico e de homem de negócios, aqui se firmou e continua até hoje.

Já na Avenida, a direita de quem a sobe, tínhamos a casa de D. Guilhermina ou dos Paiva. Quem não se lembra do homem que, por amor à terra, gastava tudo o que ganhava em seu escritório de despachante, para que Itacoatiara tivesse o seu cinema? Assim era o Ely Paiva, que só se afastou da cidade, do seu cinema e do seu Botafogo, quando já encanecido viu que os outros se propunham cuidar da recreação da cidade.

Descendo a Avenida, em direção ao centro, passávamos pelas casas do José Simões, do Seu “Luizinho” e do Moysés Alves, pai de “Guilhito”. A esposa do Seu Moysés fazia os melhores pastéis da cidade, que eram vendidos pelo Jacob, um “macho-fêmea” cria da casa, que os levava para a saída das aulas na praça. Foi aí que um dia vendeu quase todo o balaio de uma só vez, numa aposta feita entre meu irmão e o Arlindo Boroboró, parece. A aposta era ver se Horácio comeria mais de 20, regados a refresco de maracujá do café do Seu Natal. Nos 35 o apostador incauto “pediu penico”, pois o dinheiro que tinha não dava para pagar mais do que isso. Talvez desse incidente tenha surgido o apelido de “Pirapitinga” com que éramos todos brindados a partir de então… Já passamos pela casa do Napoleão Maia, do seu Nicanor, pai da Marília, a “Franga D’agua”, assim chamada por ser muito esbelta, embora bonita. Do lado oposto, a casa do seu “Ito”, o Gragoriano Auzier, pai do Guilherme, da Aliete, da Cleide e de mais uma meia dúzia de moças, cada qual mais bonita que a outra! Logo depois da esquina que dava para a Prefeitura, no lado esquerdo, a casa do Araújo Costa, que apesar de tanta moça bonita e casadoura em Itacoatiara, preferiu ir buscar a sua companheira nas terras de Iracema.

Foi no nosso quintal, na parte que dava para a casa do Araújo Costa que um dia, com a ajuda dos irmãos peruanos, o Hermam e um outro, mais o Adolfo e o Almeida Amud, construímos o nosso famoso circo! O Seu Perales nos deu de graça algumas tábuas de refugo e a serragem. Armamos a arquibancada e cobrimos o picadeiro com serragem, como manda o figurino. Ela fomos nós, numa carroça cedida pelo “Seu” Alípio dos “carros de luxo”, percorrer a cidade com um bando de meninos atrás, anunciando o espetáculo. Enquanto isso o “gerente” Horácio passava as entradas – pedaços de papel datilografados na Coletoria, uma novidade na época; onde os convites eram todos manuscritos. Aberta a sessão com os acrobatas internacionais, os peruanos, tudo ia muito bem até que as formigas de Fogo (o local escolhido era cheio de formigueiros) começaram a atacar o pessoal da platéia. Tanto “coça-coça” e tanto movimento acabou por fazer desabar as arquibancadas e com isso foi-se o nosso espetáculo mambembe! Felizmente ninguém reclamou a devolução de ingressos. somente o velho “Barachutti” um viajante estrangeiro de nome difícil e que ainda ensaiou uma reclamação, que acabou em nada.

Papai talvez tenha sido o mais brasileiro de todos os brasileiros que jamais conheci – não fosse ele filho do Capitão “Zimba”, do Crato … Era o tipo do homem que todas as noites em frente ao nosso rádio (se não me engano o 3° ou 4° a chegar em Itacoatiara), obrigava a todos nós filhos homens, a nos perfilharmos e a ficarmos em “posição de sentido”, desde o momento em que a estação entrava no ar com o hino nacional, até os últimos acordes deste. E ái daqueles que se mexesse ou risse. Dentre as muitas coisas importantes que nos ensinou, talvez a mais importante que aprendemos tenha sido o exemplo que nos deu de amor à terra onde nascemos!

Piegas, “naive”? Pode ser. Mas felizes, sempre fomos.

Uma outra de suas “manias” eram os discursos patrióticos. Ao se aproximar a Semana da Pátria, passava horas e mais horas conosco, “decorando o improviso” a ser pronunciado na grande parada! Na hora “H” o tribuno “fajuto” fugia e se escondia até a onda passar. Mamãe é que nos protegia e ajudava a acalmar a raiva, pela vergonha que lhe tínhamos feito passar “na frente de todo mundo”… Até nos aniversários, como no do Zezé do “Seu” Sérgio, do Lloyd, queria ele que discursássemos! Nesses incentivos pela lauta mesa de doces que sabíamos ir encontrar e pela promessa de uma boa surra caso falhássemos novamente, ainda tentamos. Não fomos além do “intróito”, saímos em desabalada carreira, perdemos doces e ainda ganhamos uns safanões ao chegarmos em casa …

É, criamos coragem e há uma semana voltamos às plagas de nossa infância! Ciceroneados pela Constância Peixoto, agora Paiva, vimos que Itacoatiara mudou muito, de então para cá. A cidade inchou, muita gente nova e estranha. Dos amigos de ontem por mim procurados, a maioria já encetou a caminhada de retorno ao infinito! Outros, como desertaram de sua cidade, trocaram-na por outros ares! Uns poucos, muito poucos, como o Arnóbio, o Lourival, o Arlinda Fonseca, o Paulo Menezes, Candinho e o Ozete, ainda lá se encontram, presos à terra e “mantendo viva a chama e o coração aquecido”, para acolher de volta os filhos pródigos como nós!

Mas há também por lá, para alegria nossa, gente mais nova lutando para resgatar e preservar a memória da nossa cidade, gente como o Manolo Olímpio e a Terezinha Peixoto, num canto acanhado e pobre a que deram o pomposo nome de Galeria de Arte Profa. Marina Penalber, colhendo velhas fotos aqui e ali, atendendo jovens artistas e intelectuais na medida daquilo que podem. Dissemos “canto pobre”? Ledo engano, local rico de valores culturais e de imagens de um passado distante, mas bonito e feliz!

E a cidade responde a esse trabalho. Ela permanece fie! ao hábito de todos os domingos, à tardinha, se reunir na Praça da Igreja para conversas amigas e para as paqueras das moças bonitas, das quais Itacoatiara continua a ser o maior reduto.

*Professor. Filho do doutor Estácio de Albuquerque Alencar, dentista e exator federal, e de dona Tereza Girão de Alencar. Nasceu em Codajás/Am. em 15/05/1915. Ainda criança veio com seus pais e dois irmãos mais velhos, Horácio e Júlia Girão de Alencar, para Itacoatiara onde concluiu o curso primário. Fez o ginasial em Manaus habilitando-se como técnico de nível médio em comércio. Foi casado com a senhora Socorro Chaves de Alencar, nascida no rio Arari, com que teve 4 filhos: Ruy Jr, Renato, Roberto e Luís. Versado em inglês, trabalhou na RDC – Rubber Development Company que transportava, por aviões cargueiros, a produção de borracha do Amazonas para os EEUU no esforço de guerra. Serviu ao Exército Brasileiro no Rio de Janeiro, graduando-se em Cabo. Ao final da Segunda Guerra, retornou a Manaus onde passou a trabalhar em um escritório comercial servindo às empresas Philippe Daou e Ilídio Ramos & Irmãos, está sediada em Itacoatiara. Seu conhecimento da língua inglesa e o bom conceito que tinha em Manaus levaram-no a ser professor da rede pública e a criar – em parceria com alguns amigos e familiares – o English Speaking Club. Por sua notoriedade pessoal e o sucesso alcançado à frente dessa instituição, foi convidado pelo Departamento de Estado do Governo Americano a fazer um curso de pós-graduação na Universidade de Coral Gables, na Flórida. Um dos fundadores do Instituto Brasil-Estados Unidos, em 1969, que o presidiu até sua morte em 13/04/2001, o professor Ruy Alencar, além de homenageado várias vezes no Brasil e no exterior, conviveu com grandes personalidades nacionais e internacionais. Em vida, caracterizou-se pela humildade e gestos simples e jamais escondeu a grande paixão que nutria por Itacoatiara.
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2 COMENTÁRIOS

  1. Puxa vida! Eu nasci em 1980, mas parece que vivi nessa Itacoatiara do texto ou pelo menos fui espectador de tais cenas, de tanto que meu pai narrava-as para mim. Não sei onde o nosso amigo Francisco Gomes foi achar essa bela crônica sobre a Velha Serpa. Ali apareceu a casa de minha tia-avó Guilhermina, onde meu pai dormiu numa noite após ter corrido de uma assombração na casa do meu bisavô Aquilino na 7 de setembro. Os causos da antiga vila povoam minha memória. Ainda vou contá-los em alguma publicação.

  2. Conte-os logo, meu amigo Salomão. Não deixe o tempo sepultar essas estórias, esses causos da nossa querida Itacoatiara. O autor do texto acima foi um ilustre filho de Codajás, que veio ainda criança e cresceu na Augusta Cidade da Pedra Pintada. O professor Ruy Alencar foi contemporâneo de seu pai, nosso sempre saudoso e eterno Zé Barros. Este Blog tem a destinação de divulgar as “histórias e cantigas” de Itacoatiara. E você, que, além de descendente do grande artista e excelente contador de estórias, é dos mais qualificados filhos da Velha Serpa, está no dever de resgatar as facetas do grande, incomparável Zé Barros… Abraço forte, amigo.

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