*Francisco de Abreu Cavalcante

Meu caro amigo, te adoro,
Venero-te de coração,
Por tudo mais que poderias,
Responde-me a uma indagação,
Sem teu colega do Blog,
O que tu Elson farias?

Entre tantos nobres consortes
Que dessa Corte militam
Com pleno amor e afeição,
Mostrando suas obras tramitam
Que em coros aplausos incitam
No auge de cada publicação.

São patentes consideradas
No ceio de grande população
Por suas obras já consagradas,
Aplaudindo o que o povo diz,
Com iluminada destinação:
Fogueira molhada: Almir Diniz!

A ordem da vida é sagrada
Por leis que aqui têm nomes
Que há muito saíram do prelo,
Mostra beleza e causa ciúmes
Sem igual, Estatuto do Homem

É do poeta Thiago de Melo.
Pequeno grande homem, conhecido,
Amigo, acadêmico, trabalhador,
Dedicado, sedento de conhecimento,
Horas a fio, diante de um computador,
A pautar… mais e mais livros…
Consagrado, exímio historiador.

Autêntica, privilegiada memória
Em fatos históricos a pesquisar
Emaranhado censo da História,
Só privilegiados podem alcançar
E com expressa autenticidade:
Francisco Gomes, mais livros lançar.

Os nomes não são coincidência,

*Poeta e professor aposentado, natural de Itacoatiara. Graduado em Letras, Língua Inglesa. Integrante do Coral João Gomes Júnior.
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