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terça-feira, agosto 22, 2017

Centenário de São José do Amatary

 

 
Descrição: Obra de 50 páginas, mimeografada, escrita para homenagear o centenário da Colônia “Pedro Borges”, de São José do Amatari, solenemente comemorado aos 17 de novembro de 1979 nesse distrito municipal de Itacoatiara, na presença do procurador-geral de Justiça do Amazonas doutor Aderson Dutra, representando o governador José Lindoso, e outras autoridades locais e estaduais. O Autor assumira, em junho do ano anterior, a Promotoria de Justiça da Comarca de Itapiranga. A obra lembra a epopeia dos retirantes cearenses expulsos pela seca inclemente que assolou o Nordeste em 1877 e ao chegarem ao Amazonas foram integrados à colônia agrícola de Amatari. Presidia então a comunidade o saudoso agricultor e líder rural Juarez Joaquim Caldas. Situada à margem esquerda do Rio Amazonas, acima da cidade de Itacoatiara, a povoação de São José do Amatari teve seu nome adaptado do termo tupi Matari e lembra uma antiga e populosa aldeia de índios Mura. Antes da ocupação destes o lugar era habitado, no final do século 18 para início do século 19, pelos Periquito e Sapopé, índios do grupo tupi, além dos Aroaqui, do grupo linguístico Arwak. Primeiramente instalada em terras alagadiças das imediações da boca do Matari (atual Rio Preto da Eva), São José do Amatari foi deslocada mais tarde para o seu pouso atual, na mesma margem do Rio Amazonas, quase em frente à confluência deste com o Rio Madeira.

Cronografia de Itacoatiara – volume 1

 

 
Descrição: Descrição: Livro de caráter cronológico que obedece à periodização tradicional da historiografia brasileira. Editado pela Gráfica Papyros, Manaus, 1997. O design gráfico é do professor Jansen Mauro Gomes Lopes; contém 204 páginas. Para melhor compreensão do texto divide-se em quatro capítulos. O primeiro alude aos antecedentes municipais e traz um resumo dos primórdios da Amazônia brasileira. Os demais tratam da origem, fundação, decadência, restauração e desenvolvimento de Itacoatiara, com as nuances de seus principais motins políticos, atos cívicos, tragédias e datas festivas desde o final do século 17 aos albores do período republicano, no início do século 20. Na introdução há uma advertência: a história de Itacoatiara ainda não está escrita. Mas não pode ser tratada de forma avarenta, monopolista; é questão para ser resolvida por quantos filhos da terra ou não, tenham interesse em revelar-lhe as peculiaridades, angústias e grandezas. Devido às nossas parcas possibilidades não nos assalta o desejo de escrevê-la, servindo os apontamentos contidos no livro apenas como uma contribuição. Através deles, iniciamos a retomada da publicação de nossos ‘apanhados’, que os temos em volume considerável. A obra foi lançada festivamente na noite de 1º de janeiro de 1997, na antiga Galeria ‘Marina Penalber’, após a posse do prefeito Miron Osmário Fogaça, que patrocinou a edição.

Itacoatiara. Roteiro de uma cidade
(2ª edição revista e ampliada)

 
Descrição: Livro com 316 páginas e design de Jansen Mauro Gomes Lopes. Editado em 1997 pela Imprensa Oficial do Estado do Amazonas. Conteúdo: 11 capítulos. Seu texto introdutório é elucidativo, registra o surgimento em 1965 da primeira edição da obra homônima. Nele, o autor conta parte de sua vida estudantil em Itacoatiara e Manaus, sua transferência para esta última e como conheceu aqui o amazonólogo Arthur Cézar Ferreira que o lançou no mundo da literatura. Contém fragmentos da bucólica Manaus dos anos mil novecentos e sessenta, ainda sem a efervescência da Zona Franca. Mas, o conteúdo inteiro do livro, como é óbvio, trata da trajetória de Itacoatiara e seus flagrantes políticos, sociais, econômicos e administrativos. O capítulo 4 do livro é um ensaio do que seria mais tarde o texto que, ampliado, se transformou na obra “A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Itacoatiara” – a história da Prelazia. Pela variedade de informações contidas, “Itacoatiara. Roteiro de Uma Cidade” (em 2ª edição) é o 5º livro do Autor e um dos mais requisitados para leitura e pesquisa de professores e estudantes de Itacoatiara.

Instituto Alfredo da Matta ontem e hoje: uma história de saúde pública (1955-1997)

Descrição: Livro de 253 páginas, editado em 1997, comemorativo do 42º aniversário do Instituto de Dermatologia Tropical e Venereologia “Alfredo da Matta” (IDTVAM) – um centro de referência no setor, tanto nacional como internacionalmente. Escrito pelo Autor em coautoria com a equipe da jornalista Orlene Braga de Souza. Sumamente ilustrado, inicia com os dados biográficos do patrono do IDTVAM, o cientista baiano Alfredo Augusto da Matta (1870-1954) e enfoca toda a trajetória do órgão relevando a dedicação e a benemerência de seus corpos diretivo, técnico e administrativo. Obra institucional e de caráter histórico e cronológico. Indispensável à leitura, consulta e pesquisa daqueles envolvidos e/ou interessados em Saúde Pública.

Cronografia de Itacoatiara – volume 2

 

Descrição: Editado em 1998 pela Imprensa Oficial do Estado do Amazonas, contém 413 páginas. O design também é da lavra do técnico Jansen Mauro Gomes Lopes. Igualmente cronológico, cobre todo o período republicano até à data de seu lançamento. Na abertura do primeiro volume desta série, pugnávamos por um tratamento compreensivo da parte dos críticos, entendendo que a todo escritor regional impõe-se uma como obrigação inadiável de servir, um desejo de expressar os fatos como efetivamente aconteceram, respeitando-se os limites de cada um. Mas, nos antecipávamos às opiniões daqueles que, acostumados a enaltecer seus próprios escritos, reputam aos dos outros referência de fraca importância, ou que, formando juízo de valor com o objetivo de obscurecer os méritos de outrem, tratam os escritos alheios como informes desprovidos de originalidade, sem nenhum crédito abonatório, daí que repetíamos – naquela abertura – ‘estes rascunhos representam uma pálida contribuição no sentido de reconstituir parte do passado da velha Serpa’. Finalmente, que o trabalho (como todos os demais nossos, aliás) visava primordialmente a homenagear os construtores do nosso Município e a valorizar a memória da urbs itacoatiarense. Ao longo dos últimos 50 anos esse tem sido o nosso papel.

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Itacoatiara

 

Descrição: Livro de 335 páginas, composto de 07 capítulos. Lançado em comemoração aos 240 anos de existência da antiga Paróquia de que resultou a Prelazia de Itacoatiara. Trabalho in memorian de monsenhor Joaquim Pereira (1878-1958), monsenhor Alcides de Albuquerque Peixoto (1911-1998), monsenhor Francisco da Silveira Pinto (1930-1996) e dom Jorge Edward Marskell (1935-1998), alguns dos muitos ícones do catolicismo itacoatiarense. Editado pela Imprensa Oficial do Estado do Amazonas, tem como design gráfico Jansen Mauro Gomes Lopes. Trata, obviamente, da trajetória da Igreja Católica nestes pagos amazonenses, trajetória que se confunde com a própria história do município de Itacoatiara. Relato da atividade laboral de centenas de sacerdotes e freiras, cléricos seculares ou párocos, irmãos e leigos portugueses, alemães, canadenses, italianos, americanos, escoceses, poloneses, mexicanos, colombianos e brasileiros procedentes dos mais diversos estados do País, e membros das mais variadas congregações religiosas que, entre 1759 e 1999, cumpriram um relevante papel social na outrora vila e atual cidade de Itacoatiara. Dada a abrangência territorial da Prelazia sediada em Itacoatiara (cerca de 92.000 km2 de área contínua), criada pela bula de 13 de julho de 1963, firmada pelo papa Paulo VI (1897-1978), a obra ainda refere passagens do catolicismo nos municípios integrantes dela: Itapiranga, São Sebastião do Uatumã, Silves Urucará e Urucurituba. Inclusos os dados cronológicos da epopeia contida no livro A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Itacoatiara, o livro se encerra com o noticiário da morte e sepultamento do saudoso bispo dom Jorge Marskell.


Pedro Gomes meu pai (Um memorial de família)

Descrição: Livro-memória da família do Autor, lançado na festa dos 100 anos de seu pai, em 29 de junho de 2006. Prefácio do então presidente da Academia Amazonense de Letras Elson Farias, posfácio e orelha dos acadêmicos Almir Diniz de Carvalho e Antônio José Souto Loureiro. Trabalho fartamente ilustrado, de 205 páginas. Montado pelo design gráfico Jansen Mauro Gomes Lopes. Editado no mesmo ano, em Manaus, pela Gráfica Lorena. Segundo a afirmativa do ensaísta Elson Farias, o livro é “uma crônica de amor à cidade e à família” do Autor. Trata da trajetória de Pedro Gomes, incansável trabalhador nascido e criado nos seringais do Acre, amadurecido, casado e falecido em Itacoatiara. Também fala da esposa do anônimo herói amazônico, dona Olívia Maria, e “da existência e da conquista pessoal de um por um dos [onze] irmãos e irmãs [do Autor] e da forma como galgaram um lugar ao sol numa sociedade estratificada e preconceituosa com relação ao trabalho”. O poeta Almir Diniz – pautado na lição de Holding Carter, segundo a qual dois são os legados duráveis que podemos transmitir aos nossos filhos: as raízes e as asas – preleciona que “Raízes e asas foram legadas por Pedro Gomes. As raízes são os bens morais que plasmou no caráter de sua prole numerosa… [Fez seus filhos] verem a realidade da vida. Transmitiu-lhes o perfeito sentido de moralidade, de honestidade e de honra… Enfim, orientou-os quanto à necessidade de cimentarem a união e a solidariedade entre eles”. O historiador Antonio Loureiro registra que o livro “contem clipes emocionais que vão ficar registrados por muito tempo e muito necessários ao entendimento da nossa História”. A obra aqui descrita é histórica e ao mesmo tempo romanceada: nela Francisco Gomes abre o seu coração e se mostra muito orgulhoso de sua origem humilde e dos ensinamentos que recebeu de seu pranteado pai – “grande mentor e maior orientador”.


 

As Pedras do Rosário

Descrição: Livro em desenvolvimento, dependente dos últimos retoques. Homenageando à população católica de Itacoatiara, historia o culto mariano que é forte na cidade da Pedra Pintada e que começou lá atrás, quando da passagem dos jesuítas pela região. Enaltece o papel missionário dos padres e leigos da antiga Paróquia e atual Prelazia de Itacoatiara, com foco principal no trabalho do padre português Joaquim Pereira (1878-1958). Hino de amor e saudação à Padroeira da cidade, Nossa Senhora do Rosário, cuja imagem barroca data do século 18.


Itacoatiara. Roteiro de uma cidade, 174 Páginas, Manaus, 1965

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Itacoatiara: Administrações Municipais, Realidade Presente, 64 Páginas, Manaus, 1970

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Itacoatiara - Roteiro de uma cidade - 2º Edição, 324 Páginas, Manaus, 1997

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Constituições do Estado do Amazonas, Volume I, 128 Páginas, Manaus, 2002

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Presença do Poder Judiciário no Município de Itacoatiara, 156 Páginas, Manaus, 2004

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Pedro Gomes meu Pai, 208 Páginas, Manaus, 2006

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Câmara Municipal de Itacoatiara (Sinopse Histórica), 144 Páginas, Manaus, 2010

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Fundação de Itacoatiara, 1ª Edição, 226 Páginas, Manaus, 2013

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