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quarta-feira, dezembro 13, 2017

Bibliografia

Itacoatiara. Roteiro de uma cidade, 174 Páginas, Manaus, 1965

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Itacoatiara: Administrações Municipais, Realidade Presente, 64 Páginas, Manaus, 1970

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Centenário de São José do Amatary, 50 Páginas, Manaus, 1979

Descrição: Obra de 50 páginas, mimeografada, escrita para homenagear o centenário da Colônia “Pedro Borges”, de São José do Amatari, solenemente comemorado aos 17 de novembro de 1979 nesse distrito municipal de Itacoatiara, na presença do procurador-geral de Justiça do Amazonas doutor Aderson Dutra, representando o governador José Lindoso, e outras autoridades locais e estaduais. O Autor assumira, em junho do ano anterior, a Promotoria de Justiça da Comarca de Itapiranga. A obra lembra a epopeia dos retirantes cearenses expulsos pela seca inclemente que assolou o Nordeste em 1877 e ao chegarem ao Amazonas foram integrados à colônia agrícola de Amatari. Presidia então a comunidade o saudoso agricultor e líder rural Juarez Joaquim Caldas. Situada à margem esquerda do Rio Amazonas, acima da cidade de Itacoatiara, a povoação de São José do Amatari teve seu nome adaptado do termo tupi Matari e lembra uma antiga e populosa aldeia de índios Mura. Antes da ocupação destes o lugar era habitado, no final do século 18 para início do século 19, pelos Periquito e Sapopé, índios do grupo tupi, além dos Aroaqui, do grupo linguístico Arwak. Primeiramente instalada em terras alagadiças das imediações da boca do Matari (atual Rio Preto da Eva), São José do Amatari foi deslocada mais tarde para o seu pouso atual, na mesma margem do Rio Amazonas, quase em frente à confluência deste com o Rio Madeira.

Itacoatiara - Roteiro de uma cidade - 2º Edição, 324 Páginas, Manaus, 1997

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Instituto Alfredo da Matta ontem e hoje: uma história de saúde pública (1955-1997), 253 Páginas, Manaus, 1997

Descrição: Livro de 253 páginas, editado em 1997, comemorativo do 42º aniversário do Instituto de Dermatologia Tropical e Venereologia “Alfredo da Matta” (IDTVAM) – um centro de referência no setor, tanto nacional como internacionalmente. Escrito pelo Autor em coautoria com a equipe da jornalista Orlene Braga de Souza. Sumamente ilustrado, inicia com os dados biográficos do patrono do IDTVAM, o cientista baiano Alfredo Augusto da Matta (1870-1954) e enfoca toda a trajetória do órgão relevando a dedicação e a benemerência de seus corpos diretivo, técnico e administrativo. Obra institucional e de caráter histórico e cronológico. Indispensável à leitura, consulta e pesquisa daqueles envolvidos e/ou interessados em Saúde Pública.

Cronografia de Itacoatiara - 1º Volume, 208 Páginas, Manaus, 1997

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Cronografia de Itacoatiara - 2º Volume, 420 Páginas, Manaus, 1998

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A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Itacoatiara, 340 Páginas, Manaus, 1999

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Constituições do Estado do Amazonas, Volume I, 128 Páginas, Manaus, 2002

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Presença do Poder Judiciário no Município de Itacoatiara, 156 Páginas, Manaus, 2004

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Pedro Gomes meu Pai, 208 Páginas, Manaus, 2006

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Câmara Municipal de Itacoatiara (Sinopse Histórica), 144 Páginas, Manaus, 2010

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Fundação de Itacoatiara, 1ª Edição, 226 Páginas, Manaus, 2013

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Fundação de Itacoatiara, 2ª Edição, 269 Páginas, Manaus, 2017

Descrição: Este livro – atendendo rigorosamente aos apelos da melhor bibliografia,- além de sumariar o período pré-cabralino, foca os iniciais 75 anos da bela trajetória de Itacoatiara, decorridos de 1683 a 1758, ou seja, desde a chegada ao Rio Madeira do jesuíta suíço Jódoco Perez, fundador da missão que deu origem à atual nobre cidade, aos fatos que desaguaram na vinda do estadista português Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador da Amazônia, à época, e responsável pela transladação do povoado para o atual platô, à margem esquerda do rio Amazonas, de que resultou sua elevação à vila e consolidação como sede municipal. A ordem para fundar o núcleo originário partiu diretamente de Lisboa. Porém, três anos (1980), o famoso padre Antônio Vieira – ao proclamar o potencia geopolítico do Madeira – já antecipava o interesse da Coroa portuguesa em estabelecer uma missão jesuítica nestas paragens. Jódoco Perez partiu de Belém em 9 de julho de 1683, e depois de ultrapassar mais de 1.500 km subindo o Amazonas, ingressou no Madeira e estacionou na foz do afluente Mataurá. Ali, perante toda a gentilidade Iruri, celebrou missa e fundou o núcleo embrionário da cidade de Itacoatiara.

OBRAS EM PREPARO

  • Cronologia Eclesiática de Itacoatiara
  • As Pedras do Rosário
  • Homens, mulheres e coisas de Itacoatiara (uma enciclopédia municipal)
  • Volume 2 da Trilogia Itacoatiara 330 anos
  • Volume 3 da Trilogia Itacoatiara 330 anos
  • Viagens presidenciais (e de presidenciáveis) a Itacoatiara