O Tenentismo no Amazonas

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Expressão politico-militar calcada na ação de jovens oficiais do exército brasileiro solidários com o descontentamento popular ante o agravamento dos vícios da I República (o coronelismo, as eleições fraudadas, o sistema de reconhecimento dos eleitos e a alternância no poder central de paulistas e mineiros), o movimento tenentista visou combater as oligarquias locais, apoiadas nas forças estaduais de polícia. Sentindo que se esgotavam os meios de participação pela via institucional da época, os militares davam vazão à violência, gerando um ciclo de rebeliões por todo o país.

A revolta inaugural do forte de Copacabana, de 5 de julho de 1922, desdobrar-se-ia em outros movimentos armados, como a revolução paulista de 5 de julho de 1924, a marcha da coluna Prestes, de 1925, a revolução getulista de 3 de outubro de 1930, a revolução constitucionalista de 9 de julho de 1932 e, embora certos historiadores não admitam, o golpe militar de 31 de março de 1964.

O tenentismo marcou presença na história do Amazonas atravéz das revoltas de 23 de julho de 1924 e 24 de agosto de 1932. A primeira, começada em Manaus, visava alcançar Belém mas estendeu-se até Óbidos, no Pará. E, inversamente, a segunda, iniciada em Óbidos, pretendendo ocupar Manaus, culminou com a batalha naval de Itacoatiara, defronte a esse cidade.

BATALHA DE 1924: À época, o militar do centro-sul que tramasse ou se envolvesse em sedições militares seria preso, processado e removido para cidades distantes como Manaus. A revolta desse ano foi idealizada e materializada por oficiais aquartelados no 27º Batalhão de Caçadores, que naquele momento cumpriam pena disciplinar em nossa capital, por terem antecedentes em envolvimento político. Aproveitando-se, portanto, do descontentamento votado pelo povo amazonense aos desmandos do governo nepotista e corrupto de Rego Monteiro, os capitães Francisco Batista de Almeida e José Carlos Dubois, os primeiro tenentes Abelardo Rangel, Alfredo Augusto Ribeiro Júnior, Aluísio Pinheiro Ferreira, Aurélio Linhares, Joaquim de Magalhães Barata, José Backer Azamor, José Dias Vieira, José Lemos da Cunha, Léo Gutierrez Simas, Osmundo Anequim, Pedro Alvez da Cunha, Raimundo Villaronga Fontenelle e Sebastião Mendes de Holanda, e os segundo tenentes Abílio da Costa, Euclides Joaquim Lins e Antonio Mendes Silva deflagaram a revolução, depondo o governo.

Com o sucesso do movimento, assume uma junta composta pelos tenentes Barata, Holanda e Ribeiro Júnior, ficando no comando geral das forças militares o capitão Dubois. A seguir, Ribeiro Júnior é investido no cargo de governador. Durante os trinta e seis dias de sua administração, mandou prender e processar desafetos, apurou e confiscou os bens da família de Rego Monteiro, recuperou as finanças públicas e atualizou o pagamento dos servidores civis e militares. Em pouco tempo ganhou a admiração e gratidão públicas.

Paralelo ao sucesso ocorrido em Manaus, os tenentistas do Amazonas, comandados pelo capitão Dubois e os tenentes Barata e Lemos da Cunha, organizaram expedição para ocupar o Estado do Pará. Seu objetivo visava, além do interior, chegar a Belém e, dependendo das adesões que recebessem, alcançar São Paulo. Partindo de Manaus, a 28 de julho, os rebeldes seguidamente dominaram Óbidos, Santarém, Alenquer, Monte Alegre, Prainha e Almerin.

Todavia, quando planejavam estender a revolta até Belém, o governo federal manda para lhes dar combate a flotilha de guerra denominada Destacamento do Norte sob o comando do general Mena Barreto, que parte do Rio de Janeiro a 2 de agosto de 1924. Integradas por forças do exército e da marinha, as tropas legalistas chegam a Belém no dia 18, sobem o rio Amazonas para aprisionar embarcações em trânsito, apoderar-se de estações telegráficas e minar a resistência dos revoltosos. Na sequência, ocupam Santarém no dia 19, dominam Óbidos no dia 26 e finalmente alcançam a capital amazonense.

A tomada de Manaus foi pelo destróier ‘Mato Grosso’, chegando ao nosso porto em 28 de agosto de 1924. Seguem-lhe os navios-transporte ‘Macapá’, ‘Campos Sales’, ‘Manaus’, ‘Curitiba’ e ‘Belo Horizonete’, o navio-hospital ‘Cuiabá’ e as canhoeiras ‘Amapá’ e ‘Missões’. Depois chegariam a Manaus os navios ‘Barroso’ e ‘Poconé’, este servindo de quartel-general do Destacamento. Logo, os legalistas depõem e prendem Ribeiro Júnior e seus companheiros. Posto por terra o sonho desses idealistas, o general Mena Barreto regressa ao Rio de Janeiro e deixa no governo como interventor federal o doutor Alfredo Sá.

No próximo dia 23 de julho de 2003, a revolta de 1924 fará 80 anos. Espera-se que o evento histórico seja comemorado condignamente nessa oportunidade.

BATALHA DE 1932: A revolução constitucionalista eclodida em São Paulo, sob a direção do general Bertholdo Klinger, que exigia do presidente Getúlio Vargas a redemocratização do país, espraiou-se até à Amazônia, começando com o levante paraense de Óbidos. Segundo a crônica, a 19 de agosto desse ano, os sargentos da fortaleza de Óbidos, comandados pelo civil Alderico Pompo de Oliveira, fazendo causa comum com os insurretos paulistas, aprisionaram os oficiais, autopromoveram-se como graduados e, ganhando a adesão de praças e voluntários, ocuparam os vapores Jaguaribe, da firma Pereira Carneiro & Cia., e Andirá, da empresa de navegação The Amazon River Steam Navigation Co. Ltd., armando-os em guerra com canhões Krup de 75 mm., metralhadoras, obuzes, fuzis e farta munição. A seguir, acompanhados de duas lanchas médias, esses navios subiram o rio Amazonas, tencionando depor o governo do Estado do Amazonas e ocupar Manaus.

Saindo de Óbidos, sob o comando do capitão comissionado Arquimedes Lalor, os rebeldes aprisionaram a lancha Diana a pouco saída de Manaus e, sem disparar um tiro, no dia 21 ocuparam Parintins. Os tripulantes da lancha, no momento do desembarque, cortaram as amarras e rumaram para Itacoatiara, deixando os rebeldes desesperados. Da velha Serpa alertaram a capital.

À ausência do interventor federal, tenente Antônio Rogério Coimbra, estava no exercício da governança do Amazonas o secretário geral do Estado Waldemar Pedrosa. Este, assim que tomou conhecimento do levante, reuniu-se com as autoridades militares e policiais: capitão-de-fragata Nelson Lemos Basto, capitão dos portos; major Tavares Guerreiro, comandante da unidade do exército 27º BC; desembargador Emiliano Stanislau Affonso, chefe de polícia; e o comandante Braz Dias de Aguiar, chefe da comissão demarcadora de limites do norte.

Em Manaus, as forças navais de defesa foram organizadas sob o comando de uma flotilha composta de cinco vapores: Baependi e Ingá, do Loyd Brasileiro, Rio Curuçá, Rio Aripuanã e Rio Jamarí, da frota da Amazon River, além da lancha Íris. Dirigida pelo capitão Lemos Basto, no dia 22 a flotilha desceu o Amazonas para combater os rebeldes.

Em Itacoatiara foram abertas trincheiras nas ruas próximas à orla do rio. A guarnição de terra ficou sob a proteção do 1º tenente Álvaro Francisco de Souza, auxiliado pelo tenente Albuquerque, ambos do 27º BC. A eles se incorporaram o prefeito Gonzaga Tavares Pinheiro, capitão da Força Policial do Estado, o tenente Francisco Júlio e dezenas de civis. Da defesa da cidade também participaram elementos da Guarda Civil do Estado, sob o comando do capitão Jonathas Correia. Aos cerca de cem praças e voluntários foram distribuídas armas e munições.

Em Itacoatiara, reinavam a confusão e o desespero: famílias inteiras corriam em todas as direções. Uns, ganhavam a mata, no rumo do Iracy, da Cacáia, do Guajará ou das pedreiras por trás do matadouro. Poucos ficaram para presenciar a batalha.

Segundo trechos do depoimento inédito escrito pelo saudoso Gonzaga Tavares Pinheiro, principal herói da batalha, e inseridos às páginas 196/198 de meu livro “Itacoatiara. Roteiro de uma Cidade”, 2ª edição, Manaus, 1997, ilustramos a seguir esses nervosos, trágicos acontecimentos:

“Dia 24 de agosto de 1932, dez horas. A flotilha rebelde apareceu. Lenta, cautelosa, subiu e parou, sobre hélices, do lado oposto da cidade… E logo passou a aprestar uma lancha. Julgando tratarem do desembarque de tropa, comuniquei o fato à Interventoria, mandei fechar o telégrafo, cujo telegrafista retirou-se imediatamente com a família para os matos, e fui reunir-me à nossa força que ocupava umas trincheiras no barranco do rio, frente da serraria Aquilino Barros. O tenente Albuquerque não se encontrava, nem sabiam para onde teria ido. E, assim, assumi o comando da força… A lancha dos revoltosos já ia rumando para o porto defronte à casa comercial de Óscar Ramos, completamente desguarnecido… Subi o barranco e fiz sinal com um lenço branco para a lancha, chamando-a para o lugar onde estávamos, lugar onde encontrava nossa pequena força. Ao mesmo tempo eu recomendava aos soldados que não hostilizassem a lancha. Ao receber os emissários dos rebeldes, chegava o tenente Albuquerque, trazendo dez praças que se achavam na fazenda Stone em certa missão… Tomamos conhecimento da mensagem dos rebeldes que era: ADESÃO OU RENDIÇÃO, com ameaça de bombardeio imediato da cidade… Os rebeldes, impacientes, queriam resposta imediata… Apelei para ir a bordo… Partiram comigo o padre Pereira, vigário da Paróquia, e Perí Toledo, secretário da Prefeitura, jovem corajoso e disposto a tudo…”.

A bordo do náu capitânia rebelde, Jaguaribe, sob o comando do tenente Cunha, Gonzaga Pinheiro resistiu nobremente às tentativas de adesão. Nada obstante, foi-lhe concedida uma tolerância de duas horas para “evacuar a cidade”. Esse prazo vinha de encontro à sua estratégia de ganhar tempo para que as forças do governo chegassem de Manaus.

Expirando-se o tempo, o Jaguaribe já se preparava para bombardear a cidade, com seus quatros canhões Krup de 75 mm., trazidos da fortaleza de Óbidos, quando surgem na curva do rio os navios legalistas. Era por volta do meio-dia, quando começou a batalha naval de Itacoatiara.

O Baependi e o Ingá entraram imediatamente em luta, cercando os navios rebeldes. Depois de quarenta minutos de tiroteio, foram postos a pique os vapores Jaguaribe e Andirá, iniciando em seguida os trabalhos de salvamento dos náufragos. Não houve feridos em terra. Pouco a pouco os itacoatiarenses voltavam de seus esconderijos.

Voltemos à narrativa de Gonzaga Pinheiro, que detalha: “Ao atingir a boca do igarapé de Serpa, o Ingá, capitânia da expedição, avistou os rebeldes e rumou para eles, numa diagonal de travessia do rio. Os rebeldes estavam almoçando despreocupados. Tomaram imediatamente os seus postos e dispararam os canhões com festins, intimando os legalistas a não avançarem. Estes, indiferentes e sem dar um tiro sequer, prosseguiram com toda a velocidade. Os canhões passaram então ao uso dos tiros de combate. Os legalistas continuaram a marcha sem disparar uma arma. E só, quando já próximos, ao alcance dos fuzis, começou o tiroteio. Trezentos fuzis e duas metralhadoras pesadas cobriam de balas os adversários. Estes, que não haviam conseguido acertar um só tiro de canhão, consideraram-se derrotados e passaram a cair n’água, abandonando os vapores. O Jaguaribe, capitânia, grande salineiro do nordeste, com quatro canhões de 75 mm., manobrou rumando para a margem onde ainda chegou a atingir o barranco. As águas cobriram o barranco e a praia contígua até os matos. O pessoal passou a cair fora, ganhando a praia e desaparecendo nos matos. O Ingá fez uma bonita manobra: aproou, de bordo, o velho salineiro e o abriu às águas: estas o afundaram em pouco tempo, deixando-o apenas com dois mastros de fora. O Andirá, o outro vapor dos rebeldes, que pertencia à frota da Amazon River, hasteou bandeira branca, sendo logo abandonado pelo pessoal que caiu n’água. Desgovernado, ia sendo levado para o meio do rio, quando o Ingá, noutra bonita manobra, o abriu às águas, que o levaram imediatamente para o fundo, ficando inteiramente  desaparecido”.

Até hoje é desconhecida a quantidade de vítimas da batalha. Além de 7 desaparecidos dos 21 ambarcados no Andirá, e de grande parte dos 40 revolucionários que o Jaguaribe transportava, muitos cadáveres foram levados rio abaixo. Os sobreviventes foram internados na Santa Casa de Manaus e vários rebeldes foram presos e recolhidos à Penitenciária Central do Amazonas.

A batalha naval de Itacoatiara foi a única no gênero na América Latina, no século XX. No ano passado, esse grande evento histórico completou 70 anos. E não foi comemorado como devia. Parece que sobre ele pretendem colocar o manto do esquecimento…

O tenentismo é um capítulo interessante da história contemporânea do Brasil. Mas, em relação ao estudo das rebeliões amazonenses, ainda há lacunas de avaliação crítica. Isso se deve talvez à pequenez da bibliografia local, insignificante, se comparada à que existe em outros pontos do território pátrio também atingidos por entreveros do setor. Movimentos singularíssimos, que não contaram com a participação e o comprometimento das massas, os eventos de 1924 e 1932 pouco ou quase nada trouxeram de contribuição para a mudança dos quadros amazonenses. Numa avaliação simplista, trataram-se de eventos passageiros, nascidos dos arroubos de militares idealistas que receberam o aplauso fácil e um acompanhamento frio do grosso da população, as mais das vezes transformada em espectadores ensimesmados. Enquando os revoltosos “guerreavam” e se instalavam no poder, o povo os acompanhava de longe, atônico, às vezes sem esboçar emoção. Houve momentos inclusive em que o cidadão comum antipatizou com os rebeldes.

No caso da rebelião de 23 de julho de 1924, por exemplo, é ilustrativa a mudança de aplausos da população quando as tropas legalistas prenderam Ribeiro Júnior. Como pode: o mesmo povo que louvara o “redentor dos amazonenses”, por ocasião da sua investídura, dedicar o mesmo carinho a Mena Barreto que o depusera? É o que apreendemos do relato de Eneida Ribeiro Ramos (in “Ribeiro Júnior redentor do Amazonas”, págs, 100/103, Manaus, 1997): “O povo amazonense, atônico com o desenlace do movimento revolucionário que o pegara de surpresa com a presença do Destacamento do Norte, vem sentir-se logo depois reconhecido ao general Mena Barreto…[que] não dera à Intervenção Federal o cunho de força, o espírito de batalha. Reconhece no movimento o apoio integral do povo, sentindo nele o regozijo pela liberdade alcançada… Enquanto os revoltoso [liberados por Ribeiro Júnior] continuam presos, em 3 de setembro de 1924 é celebrada uma missa campal pelas tropas legais… [É] entregue um ramalhete de flores para o general Mena Barreto… {que} em 24 de setembro de 1924 deixa Manaus, voltando para o Rio de Janeiro. No roadway, comprime-se uma compacta massa popular. Do alto da ponte de comando do ‘`Poconé’, Mena Barreto acena para o povo. Numerosos vapores e lanchas, carregados pelo povo, acompanham o ‘Poconé’ até a ilha de Marapatá…”.

Enquanto isso, perante o exército, Ribeiro Júnior é um indisciplinado, não mais o salvador e redentor de um povo espoliado… Da mesma forma como agiu Ribeiro Júnior no poder, as atitudes dos vencedores se restringiram a hostilizar o grupo vencido… Esse comportamento do governo imposto pelas tropas legalistas decepciona o revolucionário que, quando também esteve no poder decepcionou seus adversários. A verdade é que a posição dos políticos que assumem o governo está sempre voltada para o controle do poder. E logo vêm as frustrações do povo e… dos governantes anteriores.

Igualmente gritante foi o caso da revolta de 1932 que redundou na batalha naval. Os praças recrutados à força e os “voluntários” cooptados por promessas vãs, entraram na luta sem saber por que estavam ali. Ao final do entrevero nas águas de Itacoatiara, enquanto o total de mortos e feridos era representado por caboclos destreinados e pouco afeitos ao manejo das armas, os líderes da empreitada Alderico Pompo e Arquimedes Lalor se salvaram. E a população, como sempre, pretensa destinatária do ideal professado pelos revoltosos, a tudo assistia sem se incomodar com os objetivos da rebelião, que lhe eram totalmente desconhecidos.

Entretanto, é indesejável que os amazonenses esqueçam os fatos decorrentes das rebeliões aqui tratadas. Além da lembrança, a elite pensante deveria se debruçar a fazer avaliações e reflexões sobre as causas e consequências dos eventos de 1924 e 1932 e o papel de seus participantes no processo histórico amazonense.

Finalmente, presumimos que os “golpes” e rebeliões militares no Brasil são coisa de um passado sem volta. Na nossa avaliação, após a eleição e morte do presidente Tancredo Neves, nosso país passou a respirar ares de estado de direito democrático, marcado por eleições mais ou menos livres, direcionando os brasileiros a se firmarem como cidadãos de respeito. Quanto às forças armadas, tudo indica que optaram pela profissionalização de seus oficiais, impossibilitando-lhe quaisquer oportunidade para promover quarteladas. Ao que parece, não há mais espaço para “revolucionários”.

Artigo de Francisco Gomes publicado na Revista da Academia
Amazonense de Letras n.º 25/novembro de 2003
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2 COMENTÁRIOS

  1. Prezado Francisco,
    Li a tua riqueza de detalhes.A pinimba entre amazonenses e paraenses tem origem na história (e estória). Gostaria de consultar sobre uns versos depois da ‘a batalha de Itacoatiara’. Troca de insultos.
    PARAENSES
    27 de Manaus
    batalhão de almofadinhas
    eles foram como galo
    e voltaram como galinha
    RESPOSTA AMAZONENESE
    27 igual não há
    não se compara
    com a canalha
    do Pará!

    Algum registro?
    Abraço
    LP

  2. Prezado Pucu:
    Sinceramente, antes de seu post, eu não conhecia o texto. Prometo pesquisar a fundo. Todavia, tenho outras ‘demonstrações’ de bairrismo de ambas as partes (AM e PA) alusivas ao assunto batalha naval. Breve te demonstrarei. Finalmente, alegrou-me muito a sua participação aqui. Continue e me satisfará muito mais. Abraços…

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