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quinta-feira, outubro 19, 2017

Literatura

Grão-Pará x Rio de Janeiro

Terminei a crônica de domingo passado falando da estrutura urbana do Grão-Pará. Registrei Belém com a capital daquela administração colonial portuguesa, mas havia também a Capitania do Rio Negro, cuja capital era Barcelos, que...

Ah, se não fosse a realidade!

*Ferreira Gullar Não me lembro de nenhum presidente da República que, após ser eleito e empossado, desapareça da vista da nação, como fez Dilma Rousseff. Em geral, o que ocorre é o contrário: já que,...

Mulher II

Mulher! Bela invenção, arquipensada que Deus criou, depois de sábio estudo, só Ele, que afinal, conhece tudo poderia compor... essa... danada.   Feita de uma costela retirada ao solitário Adão, dormido e rudo, fê-la o Senhor, em plumas e veludo com missão...

Meu pai e a Academia

Meu pai muito amou a Academia de Letras de Belém. Ele via nesse “ninho” de letras um incentivo à cultura. E, quando seu presidente, ali se desdobrou para fazê-la mais famosa. Os anos se passaram... Meu pai, que se...

Amazônia e suas modernidades

Já repeti várias vezes, tanto em palestras quanto aqui nesta coluna de A CRITICA, que a Amazônia é uma região acostumada com a modernidade. Nos 500 anos de presença da cultura europeia, experimentou os...

O Império Colonial

*Fernanda Torres A memória do monarca que transferiu a corte portuguesa para o Rio de Janeiro, salvando a coroa das garras de Napoleão, desaparece dos livros didáticos de Portugal no momento em que ele deixa...