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sábado, Abril 21, 2018

Literatura

Boca fechada

*Ferreira Gullar Por que será que a presidente Dilma Rousseff decidiu não fazer o discurso de sempre no Primeiro de Maio? Causou surpresa porque ela, até então, tem se valido de toda e qualquer data e...

Morenidade II

Na harmonia de curvas e altiplanos que se unem e completam, belamente, a poética morena, ardentemente, revela os seus pendores sobre-humanos...   Desde cedo, no albor dos verdes anos, se erige em escultura e, de repente, com seus dotes de luz...

Filhos do Rio Negro

Somos filhos do no Negro. Hoje é um rio cheio de vida, desde a agitada Manaus até as fronteiras do norte com suas muitas etnias bem organizadas e ciosas de suas tradições. No entanto,...

Era dezembro em Lisboa

- Desculpe-me?!  Não queria importuná-lo! Viro o rosto para o lado da voz e confirmo: alguém tenta puxar conversa. Parece que não tem jeito senão encarar. Miúda, macérrima, branquelinha. O globo ocular dilatado pela espessura...

O futuro do passado

A oposição regional e universal não estaria sendo vista do avesso? A experiência da modernidade já foi feita na região. Mas os jornalistas, os tecnocratas e o governo central foram incapazes de favorecer a...

Morenidade I

O sol incidiu, vezes repetidas, nas asas transparentes da falena e desse ritual de ardência plena fundiram-se energias repartidas...   Da natural fusão de duas vidas: uma super-agitada, outra serena, originou-se a esplêndida morena, entre todas das mais apetecidas.   Tendendo a jambo ou...