A Academia de letras

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Não havia pressa nem ansiedade, minha admiração por aquele ambiente vinha de longe, da manhã dos meus 18 anos, antes de ter chegado do interior a Manaus. Ao despertar para o conhecimento da literatura, tive notícia da existência da Academia de Letras. Minha curiosidade ao vir para Manaus se aguçava com a possibilidade de conhecer a Academia. Procurei saber onde ela estava instalada, qual o seu endereço e como funcionava. Informei-me de que, para as suas sessões públicas, os convites distribuídos não eram exigidos na porta, permitindo o acesso aos penetras eventuais, desde que estivessem decentemente vestidos. Assim é que passei a ser seu frequentador contumaz. Tive a ventura de assistir a várias sessões solenes presididas pelo notável ensaísta Péricles Moraes .
O sentimento vivido naquele momento como que me assalta nesta hora. É a emoção que reverbera na tela do computador como que restaurando a marcha de um passado recente e que se vai fazendo lentamente extinto.
Começo por contar de como cheguei à presidência da Casa, onde já estava desde 3 de fevereiro de 1969, na categoria de membro efetivo, Cadeira nº 12, de Olavo Bilac . Ao longo desse período, de 1969 a 2004 quando assumi a função, há 35 anos, portanto, jamais fora lembrado por meus pares, mas, também, nunca me insinuara à eleição para qualquer cargo na sua diretoria. Tal pretensão não constava dos meus projetos de vida, pois, parte do meu tempo era reservada ao serviço público e a outra parte destinada ao trabalho literário.
Do serviço público eu tirava e tiro ainda agora na inatividade os ganhos para o meu sustento, visto que, os meus trabalhos de escritor, a publicação dos meus livros e conferências e palestras que fiz e que faço, pouco tem contribuído para o meu ganha-pão. Com as minhas funções de servidor público consegui manter a minha família, constituída mais tarde aos 37 anos, quando casei com Roseli, uma jovem irradiante de alegria, na glória dos seus dezenove anos. Roseli exerceu e exerce profunda influência na minha vida e devo a ela muito do que sou hoje.
Entrei na inatividade do serviço público ás vésperas dos 60 anos, envolvido por uma crise político-administrativa de que me irei ocupar em futuras páginas de memória. Serenada a tempestade, sentada a poeira, apurada a minha responsabilidade no episódio, achei até providencial que aquilo tivesse acontecido. Passei a me dedicar, nas 24 horas do dia, às minhas ocupações com a Literatura.
Foi, então, que Roseli me questionou sobre as razões de eu jamais ter pleiteado a presidência da Academia. Dizia ela, entre outros argumentos de bom senso, que sendo eu um dos seus membros efetivos mais antigos, contando àquela altura com 38 (trinta e oito) anos de casa, tinha até o direito de pleitear a função.
Fiquei sensível aos apelos da minha querida esposa, mais, ainda, pelo motivo de já dispor de todo o meu tempo para mim mesmo, e não mais ser obrigado a bater ponto ou firmar atas de frequência em órgãos da administração pública a que servira durante longos anos. Podia, portanto, dedicar-me, como gosto de fazer em tudo aquilo que assumo, aos trabalhos da Academia.
Agora eu precisava saber se os meus pares me queriam lá. Teria de sondar as bases, consultar os confrades mais próximos. Parti para a conversa. Nas portas dos setenta anos e com a experiência de uma boa caminhada nas esteiras da vida, sabia que era o diálogo a melhor arma, arma de paz e solidariedade, a ser empunhada naquele embate.
Na Academia se evitavam as disputas eleitorais acirradas porque elas maltratam e dividem. Na Casa é tradição que essas coisas sejam resolvidas no consenso. A votação resume-se numa simples formalidade visto rolar em torno de uma chapa única, elaborada com a audiência dos pares. As eleições definem-se antes da abertura dos votos, decididas continuamente à unanimidade, unanimidade que me elegeu e me reelegeu para um segundo mandato. O estatuto atual, sabiamente, não permite mais de uma reeleição.
O que fazer era a pergunta mais óbvia naquela situação. E a resposta brilhou à minha frente. Eu teria de escolher uma das duas hipóteses seguintes: ou partir para a elaboração de um programa de trabalho, ou dedicar-me à simples manutenção da Casa, com as episódicas sessões comemorativas ou solenes de posse de um novo imortal, e a publicação da revista, com periodicidade irregular.
Devia, ainda, enxergar um ponto visível em minha formulação naquele momento, sobre as conquistas alcançadas pelas administrações anteriores. Eu já assumira uma boa vivência dos serviços da Casa. Das quase quatro décadas de convívio com os companheiros de Academia, desde quando nela fui recebido pelo meu benfeitor José Lindoso , na gestão do mestre inesquecível e fraterno Djalma Batista , já testemunhara situações curiosas. Vi, algumas vezes, o presidente tirar do próprio bolso os recursos necessários à manutenção da Casa que, na maior parte do tempo ficava fechada ao público, porque para abri-la era necessária a cobertura orçamentária das despesas de custeio essenciais como o consumo de energia elétrica, água e telefone de que a Academia era carente.
Na sua direção Djalma Batista alcançou firmar convênio com a Fundação Cultural do Amazonas, que inaugurou os procedimentos políticos da administração pública amazonense na área da cultura, na chefia do empresário Danilo Areosa , governo sereno e realizador tal como a índole do seu titular. Eu estava como superintendente do órgão, sendo o seu primeiro dirigente, e bem compreendi a importância do funcionamento da Academia na ordem dos debates culturais, para o desenvolvimento da sociedade. Com os recursos oriundos de tais convênios, Djalma Batista realizou vários ciclos de conferências pronunciadas por personalidades de destaque da vida brasileira e publicou livros em co-edições também com editoras nacionais. Daí por diante a Academia prosseguiu recebendo ajuda do poder público, especialmente na manutenção da sua sede doada pelo Estado na gestão do Marechal Nelson de Melo , em l936, e reconhecido como peça do patrimônio histórico e artístico do Amazonas pelo governador José Lindoso , em 1981.
Contou ao meu favor a circunstância de a Academia beneficiar-se com esses novos rumos da política cultural adotada pelo Estado na manutenção da Casa, praticada por todos os governos a partir dessa data.
Ao assumir a Prefeitura de Manaus, após eleição memorável, o Prefeito Serafim Corrêa convidou-me para um almoço de trabalho na sede da administração municipal e revelou-me sua intenção de ajudar no funcionamento da Academia. Na reforma administrativa que fez em Manaus criou a Secretaria Municipal de Cultura, designando para dirigi-la, primeiro a Professora Rosemara Staub, depois o Jornalista Sebastião Assante, ambos reservando excepcional boa vontade para com o Sodalício Amazonense, destinando, no orçamento da recém-criada Secretaria, através de convênios de cooperação técnica e financeira, recursos que muito lhe ajudaram na programação de 2006 e 2007.
O Prefeito Serafim Corrêa fez mais, encaminhou à Câmara Municipal, mensagem e projeto de lei elaborados por nós, apoiados na inteligência da Diretoria da Casa, com destaque para a experiência legislativa do confrade Francisco Gomes da Silva, no exercício da Secretaria-Geral.. O projeto convertido na Lei no. 1.167, de 16 de novembro de 2007, publicada no Diário Oficial de 19 seguinte, concedeu à Academia a condição de órgão consultivo superior da cidade de Manaus nos domínios do cultivo do idioma e da literatura nacional. Esse instrumento legal determina ainda que seja consignada em suas Propostas Orçamentárias Anuais, verba necessária ao funcionamento da instituição, transferida em duodécimos mensais. Em contrapartida a Academia se compromete a oferecer consultoria técnica à política cultural da cidade de Manaus, toda vez em que for solicitada, e fornecer 20% (vinte por cento) das tiragens das publicações promovidas pelo Silogeu Amazonense destinados ao acervo das bibliotecas e escolas mantidas pelo Município de Manaus em todos os níveis.
Esse foi um dos acontecimentos mais importantes da minha gestão na presidência da Academia, com vistas à manutenção de seus serviços.
Vale a pena tecer considerações em torno da visão distorcida que se tem das Academias de Letras. Em determinados momentos os murmúrios comprovam-se na prática, porque o povo aumenta, mas não inventa.
O que se diz é que as Academias se alimentam do estímulo à vaidade humana. Sedimentam-se nos laboratórios dos elogios mútuos entre os seus pares que se comprazem em incensar as próprias qualidades intelectuais, predicados muitas vezes discutíveis. Estimulam um comportamento que não se coaduna com o processo crítico imperativo em todas as formas de criação artística. Inflam o balão das presunções que nada constroem de duradouro, mas, ao contrário, servem para instilar o veneno das desavenças e do mal-estar. Conduta que concentra o ócio e fomenta os vícios e que só pode ser debelada com a ação, o trabalho, o esforço criador.
Noutro equívoco incorrem as pessoas ao cultivar o hábito que se tem de designar os membros de uma Academia de Letras com o apodo de imortais. Os desavisados empolgam-se intimamente com o epíteto. Outros protegidos pelos faróis da malícia e da desconfiança, do bom senso e da simplicidade, olham de esguelha o incensador, cientes de que de tais turíbulos recendem os odores indesejáveis da galhofa ou do escárnio. A imortalidade é um conceito religioso com que se determina a espécie de vida eterna. Daí a se transplantar a expressão ao uso de quando se querem designar os ocupantes vitalícios das Academias de Letras vai uma distância enorme. O sentido de imortalidade enfim se justifica, dizem eles, porque aqueles homens e mulheres podem permanecer na memória do povo, através da obra literária a que se tenham consagrado após a sua passagem na terra e a travessia do Letes, rio mitológico do esquecimento. Dessas ilusões se alimenta o tal espírito de imortalidade que inquieta a uns poucos e de que se enfatuam alguns outros e deixam prejudicadas as Academias em sua função social. O imortal, porque é imortal não mais precisa fazer nada, já conquistou o que é a aspiração de toda gente: a imortalidade. As Academias, então, se põem estagnadas… Mas não é assim, não. A ação cultural transforma o meio e as Academias de Letras, no âmbito da criação literária e do debate de idéias, reúnem os instrumentos primordiais para dinamizar o processo.
Por isso aquela conjuntura não nos satisfazia. Não nos satisfazia, também, o conceito de museu que se desejava imputar à Academia. Afinal a Academia concentra 40 cidadãos atuantes na vida pública, na política, na magistratura, no magistério, nos ministérios religiosos, nas profissões liberais e nas artes e nas letras.
Às vésperas de completar 90 anos na época em que lhe assumi a presidência, a Academia Amazonense já havia abrigado sob suas asas cerca de 200 intelectuais, muitos deles responsáveis pela formulação do pensamento amazônico hoje vigente nos mecanismos do conhecimento e no debate de idéias sobre a região. Pensamento que estático ficaria, traindo-se a si mesmo, se impedido ficasse de exercer a sua função social. Sem o estágio de sua função social esse pensamento não se completaria como expressão de vida, no pleno desenvolvimento da sociedade.
Parti para a primeira hipótese, a elaboração de um programa de trabalho que possibilitasse a divulgação e a ação daquele pensamento, daquele saber, o que deveria ser feito com a audiência de todos os meus pares.
O primeiro desafio, aprovado numa sessão plenária, era preencher, dentre as 40 cadeiras do colegiado, as oito vagas existentes àquela altura, de súbito convertidas em nove com o passamento do venerável confrade Mário Ypiranga Monteiro , aos gloriosos 95 anos de idade, completado já o seu jubileu de ouro acadêmico. Segui em frente.
Observado o processo democrático estabelecido no estatuto da Casa, com a publicação de editais na imprensa convocando os aspirantes aos devaneios do convívio acadêmico, fomos suprindo uma por uma aquelas vacâncias, sem mágoas e sem rancor, evitadas as crises provocadas pelos amuos daqueles elementos que se elegem a si mesmos donos do poder, porque abertas aos interessados, isentas dos conluios abjetos próprios dos regimes esotéricos. Em tempo hábil todos tomaram posse, honrando a instituição com as suas qualidades de inteligência e de espírito.
Impunha-se que se firmasse um calendário anual de atividades no intuito de ordenar as ações. Dois pontos foram defendidos nos âmbitos do conhecimento a se observar: a divulgação do acervo cultural implantado na linha do pensamento amazônico, construído pelos mais de 200 intelectuais que circularam pelas cátedras da Academia, durante os seus quase 90 anos de existência, e o estudo das obras situadas nos amplos segmentos do pensamento ocidental.
Iniciou-se com um recital de poesia denominado os poetas da Casa, depois a realização de 7 conferências sobre a experiência do processo criador. Mais 6 conferências em memória dos Acadêmicos àquela altura desaparecidos. Organizou-se um curso intitulado Visões do Amazonas: a literatura e a história, abordando temas desde as origens do homem na Amazônia às agitações contemporâneas. Em seguida realizou-se um curso intitulado A Academia e seus fundadores, composto de quarenta conferências distribuídas em quatro séries, cursos proferidos pelos membros efetivos da Casa.
Pôs-se em prática o programa das Leituras Essenciais, destinadas a estudar obras capitais do gênio universal, realizando-se a leitura da Divina Comédia de Dante , Os Lusíadas, de Camões , Os Sertões, de Euclides da Cunha , a Literatura Clássica Antiga – Homero e Virgílio e o Grande Sertão-Veredas, de João Guimarães Rosa .
Deviam-se estudar ainda mais cinco temas e cinco autores. A concepção política de Álvaro Maia levantada na famosa conferência intitulada Canção de fé e esperança, com a tese do glebarismo, o movimento político mais consciente em termos ideológicos já agitados na Amazônia Ocidental, visando a afirmar os princípios da cidadania, alimentada pelos valores telúricos. Estudar também os pressupostos estético-literários de Péricles Moraes em Os intérpretes da Amazônia, ensaio com que o autor de Legendas & Águas-Fortes procede a um amplo levantamento das letras com características regionais e expressão universal, posto ser ele um dos mais abalizados estudiosos do impressionismo na Literatura. Colocou-se em debate o conhecimento científico das populações amazônicas de Araújo Lima no clássico A Amazônia, a terra e o homem; a visão histórica de Arthur Cézar Ferreira Reis , expressa no polêmico A Amazônia e a cobiça internacional; e a experiência científica de Djalma Batista no estudo do meio ambiente com o seu insubstituível O complexo da Amazônia, livro que desmistifica a idéia da intocabilidade da Amazônia e propõe o seu exame por meio de uma política praticada com espírito científico e amor.
Criou-se a coleção Clássicos da Academia para reeditar os livros dos Acadêmicos do passado e fora das livrarias a muitos anos, sem acesso das gerações atuais, e a Série Genesino Braga , para comemorar o seu centenário de nascimento e reservada aos livros de membros efetivos da Academia na atualidade.
Desejava-se instituir instrumento honorífico para homenagear personalidades que se tivessem destacado no terreno das letras e que não pertencessem aos quadros da Academia. Criou-se a Medalha do Mérito Cultural Péricles Moraes , a ser conferida todo ano, fixando-se no conceito de que a medalha deveria contemplar a três ramos das atividades culturais, as letras, as artes e o mecenato cultural. E assim ficou, galardoando-se, desde 2005, personalidades de destaque nos setores indicados.
O Governo distinguiu a Academia, com a função de membro do Conselho Administrativo da Ordem do Mérito Estado do Amazonas, a mais alta honraria do Estado, conferindo ao presidente do Silogeu o título no grau mais elevado de grã-cruz.
Corro o risco de parecer aborrecido, paciente leitor, mas devo retomar a questão dos princípios adotados do trabalho coletivo nas funções da Academia. Ao relatar sobre as atividades na sua direção, o meu intuito era deixar que se mostrasse o apoio pessoal de cada um dos seus membros nesse trabalho. Foi, realmente, uma lide coletiva, legítimo puxirum para situar a Academia no ambiente intelectual da Amazônia contemporânea, recentemente agitado com o surgimento de expressivo contingente de unidades de ensino superior e de pesquisa.
Gostaria, enfim, de realçar, por exemplo, a contribuição de todos nas providências da reforma estatutária, realizada para atender exigências do novo Código Civil Brasileiro; na elaboração do Regimento Interno que implantou uma estrutura administrativa na Casa; na formulação e implementação dos programas de trabalho e, por fim, na implantação de uma Secretaria Executiva para dar apoio às decisões da Assembléia Geral, do Conselho Fiscal, da Diretoria e das Comissões provisórias criadas com atribuições específicas.
Inspiraram-me nesses procedimentos os princípios doutrinários de Karl Mannheim , de que vai em seguida uma síntese tosca, embora, como fonte norteadora do pensamento que me orientou nessa ação: nenhum conhecimento pode ser considerado verdadeiro se ficar isolado da visão social em que é produzido e usado.
Mas, a verdade verdadeira, que informou a minha ação nesse período, foi o sentimento do dever cumprido; o sentimento do respeito às pessoas, dos grandes e dos pequenos; o sentimento de que as coisas só acontecem efetivamente se inspiradas nas boas intenções de servir sem esperar nada em troca.

*Elson Farias, poeta e ensaísta. Ex-presidente da União Brasileira de Escritores do Amazonas e da Academia Amazonense de Letras. Nascido em Itacoatiara é uma das glórias dessa cidade. O texto integra livro inédito do autor

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BRAGA, Genesino (Santarém/PA 1906 – Manaus 1988), escritor brasileiro.

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Elson Farias
*Poeta e ensaísta. Ex-presidente da União Brasileira de Escritores do Amazonas e da Academia Amazonense de Letras. Nascido em Itacoatiara é uma das glórias dessa cidade.

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